Petiscos do Alentejo em Lisboa

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Francisco Mateus, presidente da CRVA na apresentação da Rota, quinta-feira, 27 de Setembro.

Até dia 13 de Outubro pode petiscar alguns dos melhores sabores do Alentejo e do Mundo sempre acompanhados pelos vinhos do Alentejo, repetindo o que foi um sucesso o ano passado. Nesta edição, aos sabores portugueses juntam-se alguns sabores do mundo, nomeadamente da Índia, Brasil, Vietname, Moçambique, Itália, tudo isso sem sair de Lisboa.

São 14 os restaurantes que aceitaram o desafio, o By The Wine (Rua das Flores), Carnalentajana (Campo Pequeno),, Companhia do Largo (Largo da Anunciada), Livraria-Bar Menina e Moça (Rua Nova do Carvalho, a Rua Cor-de-Rosa, ao Cais do Sodré), Lost In (Rua D. Pedro V, ao Bairro Alto), Santos-O-Vinho (Rua da Esperança, à Madragoa), Chutnify (Travessa da Palmeira, entre o Príncipe Real e o Bairro Alto), Chiveve (Rua Filipe Folque, ao Saldanha), Malaca Too (Lx Factory), Boteco Da DRI (Cais do Gás, ao Cais do Sodré), Maritaca (Rua do Patrocínio) e os 3 restaurantes TOPO (Belém, CCB), Chiado (Terraços do Carmo) e Martim Moniz (Centro Comercial Martim Moniz).

Os petiscos seleccionados por cada um dos restaurantes e o copo de vinho têm um custo de 4,5€.

Por ocasião da apresentação, na semana passada, Francisco Mateus, o presidente da Comissão Vitivinícola Regional do Alentejo afirmou: “Ao incluirmos os sabores do mundo nesta Rota quisemos demonstrar a versatilidade dos Vinhos do Alentejo, um food paring perfeito não só com os tradicionais petiscos portugueses, mas também entre os mais sofisticados sabores do mundo. A prova de que os Vinhos do Alentejo são perfeitos para qualquer ocasião.”.

A Rota dos Petiscos e Vinhos do Alentejo termina a 13 de Outubro, mas os Vinhos do Alentejo vão continuar por Lisboa. Durante os dias 13, 14 e 15, no CCB – Centro Cultural de Belém, vai realizar-se o já habitual evento anual “Vinhos do Alentejo em Lisboa”, um evento que, para além de provas de vinho, tem um programa complementado com a gastronomia alentejana e muita animação.


Na próxima sexta-feira divirta-se e acabe as férias a brindar!

Na próxima sexta-feira, dia 7 de Setembro, o jardim do Lisbon Marriott vai encher-se de música, vinhos, espumantes, cervejas artesanais, petiscos, jogos e meio milhar de prémios. 

Esta edição da festa Bye Bye Summer Wine & Beer Party, evento coorganizado pelas revistas Paixão Pelo Vinho, Paixão Pela Cerveja e pelo Lisbon Marriott Hotel, o jardim do Lisbon Marriott Hotel estará preparado para receber mil pessoas para, juntas, se despedirem das férias de verão num grandioso brinde, das 18 às 23 horas.

Para além da prova de mais de 300 vinhos e cervejas, também será possível ganhar centenas de prémios, bastando jogar, acertar e responder acertadamente a uma pergunta vínica! Aos saborosos petiscos preparados pelo Chef António Alexandre, juntam-se o porco no espeto e as tábuas de enchidos e queijos para partilhar.

Estarão representadas quase todas as regiões produtoras de vinhos em Portugal, entre brancos, rosados, tintos e espumantes: Quinta da Barca e Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo (Douro);  Lua Cheia em Vinhas Velhas (Douro, Vinho Verde, Dão e Alentejo); Costa Boal Family Estates (Douro e Trás-os-Montes); Adega Cooperativa de Ponte da Barca e Arcos de Valdevez, Quinta dos Ingleses e Lagosta (Vinho Verde); Vinícola Castelar (Bairrada); Madre de Água (Dão); Ideal Drinks (Vinho Verde, Bairrada e Dão); Cabeça de Toiro (Tejo); Lisbon Mustache e Checkmate (Lisboa); DOK (Alenquer e Península de Setúbal); Serras de Grândola, Herdade Pegos Claros, Herdade Canal Caveira e Casa Ermelinda Freitas (Península de Setúbal); Quinta da Plansel, Herdade da Calada, Vinha das Virtudes, Monte dos Cabaços e Nunes Barata (Alentejo) e Sogrape (várias regiões). Os Queijos Sapidus, da TIL – Arte Queijeira, também vão marcar presença, bem como as palhinhas comestíveis Sorbos, cocktails e outras surpresas.

As cervejas artesanais de referência também se juntam à festa . Entre outras estão em prova Cinco Chagas, Rafeira, Chica, 5 e Meio, Dos Santos, Cerveja + 351, Kenga e Estrela d’Alba. E de Espanha estarão presentes as cervejas Mahou e Alhambra.

No centro do jardim, estará a zona “Arrisca e Ganha”, da Enoport United Wines, onde poderá ganhar prémios das marcas Cabeça de Toiro, Lagosta e Faisão, entre canetas, sacos, raquetes de praia, chapéus e garrafas mini (187ml). E há 500 prémios à sua espera!

Os bilhetes já estão disponíveis através da Ticketline, on-line (www.ticketline.sapo.com) e locais habituais como Fnac, Worten, El Corte Inglés, Viagens Abreu, C. Com. Campo Pequeno e Casino de Lisboa, por exemplo. E também na plataforma on-line www.feverup.com, apenas em pré-venda. Comprando antecipadamente o bilhete poupará 5 euros. Em pré-venda o bilhete “Party” tem um custo de 10€ e no dia do evento custará 15€, sempre com oferta o copo de prova.
Na ida e volta poderá usar o serviço Taxify que lhe oferece um desconto de 5 euros, através da inserção do código #paixaopelovinho.

 


Tejo In Vino Veritas em Santarém depois de amanhã

Santarém, a chamada “Capital do Gótico”, recebe depois de amanhã, sexta-feira, entre as 5 da tarde e as 11 da noite, nos Claustros do Museu Diocesano de Santarém, a 4.ª edição do evento cultural ‘Verão In. Str… é um Espanto!’. Vão estar onze produtores – Adega do Cartaxo, Enorport, Falua, Fiuza, Lambéria’s, Quinta da Alorna, Quinta do Arrobe, Quinta da Lagoalva, Quinta da Lapa, Quinta da Ribeirinha e Solar dos Loendros para mostrar as suas novidades.

A entrada no ‘Tejo In Vino Veritas’ é livre e gratuita, mas se quiser degustar os vinhos em prova, é necessário comprar copo, pelo valor de dois euros.

Fazem ainda parte do programa do dia 29 de Junho, no mesmo espaço, uma visita temática ao Museu Diocesano de Santarém, sob o mote “O Vinho na Arte Cristã” (18h30; €4,00); uma charla teatral intitulada “Ah Nossa! Branco ou Tinto”, pelo Veto Teatro Oficina (21h00); e a actuação musical “On Hat”, com Pedro Santos Rosa, no saxofone, e Luís Vale, no piano (21h30).

Onde fica? Claustros do Museu Diocesano de Santarém, Praça Sá da Bandeira, Edifício do Seminário, 2000-135 Santarém


Chefe Pedro Mendes e Vinhos Quinta do Quetzal sexta-feira no Restaurante Panorama do Sheraton

Na próxima sexta-feira, 29 de Junho, o chefe Pedro Mendes da Quinta do Quetzal é o convidado para os já tradicionais jantares gastronómicos do Restaurante Panorama do Hotel Sheraton, em Lisboa.

“Todos os meses convidamos quintas que se estão a diferenciar no panorama nacional para trazerem ao nosso restaurante os seus vinhos e os seus chefs de modo a proporcionarmos aos nossos clientes uma experiência diferenciadora”, refere António Pereira, director Sheraton Lisboa Hotel & Spa. Por seu turno o chefe Pedro Mendes referiu: “O meu objectivo é apresentar um menu que reflicta o trabalho que tenho desenvolvido na Quinta do Quetzal, utilizando sempre os produtos da região”.

Com um valor de 59€ por pessoa, com vinhos incluídos, o menu inclui: Boas vindas com Quetzal Brut 2014; Croquete de farinheira preta e mostarda de pimento, ervilha e hortelã, acompanhado de Guadalupe rosé 2017; Queijo de cabra, uvas e beldroegas, servido com Guadalupe Winemaker’s Selection branco 2016; Cação em tomatada e poejos com, Quetzal Reserva branco 2014; Lombinho de porco Alentejano com fumados, bolota e túbaras, em maridagem com Quetzal Reserva tinto 2015 e Laranja em sete texturas e hortelã da ribeira, a fazer dueto com Quetzal Rich white 2014.

A Quinta do Quetzal situa-se na encosta sul da serra de Portel, na Vidigueira, mais propriamente na freguesia de Vila de Frades, próximo das ruínas da antiga villa romana de S. Cucufate, que serviu de inspiração para a adega,

Os proprietários, Cees e Inge de Bruin são grandes coleccionadores e mecenas de arte contemporânea e mantêm há mais de 40 anos uma forte ligação a Portugal.

Quanto ao chefe Pedro Mendes, é natural de Lisboa, começou a carreira no Algarve, passou pelo Hotel Marmoris em Vila Viçosa e agora, para além da cozinha da Quinta do Quetzal oficia no Maria Pia, no Clube Náutico de Cascais, para além de ter voltado como consultor ao hotel de Vila Viçosa.


Novo Rosé da Lavradores de Feitoria já está no mercado

Depois do branco lançado em Maio a Lavradores de Feitoria fez agora chegar ao mercado o rosé 2017. A base deste vinho (cerca de 70% é de Touriga Franca) e os restantes 30% são de castas variadas é um lote que Paulo Ruão, o enólogo chefe da Feitoria, tem vindo a afinar, desde que em 2012 lançou um extreme de Touriga Nacional.

É um rosé bastante floral, mas com igual presença de fruta fresca, como toranja, com nuances de morango. O que se sente no nariz é o mesmo que na boca. É um vinho leve e fresco, muito agradável de se beber como aperitivo, mas que também não fica completamente fora de jogo a acompanhar comidas de Verão leves.

Tem 12,5% de álcool e custa 4 euros.

Lavradores de Feitoria rosé SA Pequena


Edição limitada do Porto Croft 430 anos no mercado em Julho

Lançamento do Croft 430th Anniversary celebra origem da casa em 1588 e a riqueza da história da mais antiga casa de vinho do Porto em actividade.

A longa e apaixonante história da casa de vinho do Porto Croft, não começa nem em Portugal nem com a família Croft. Começa na cidade Inglesa de York, pela mão de Henry Thompson, em 1588, o mesmo ano da frustrada tentativa de invasão de Inglaterra pela Armada Invencível do Rei Filipe II de Espanha.

Segundo Adrian Bridge, Director-Geral da Croft, “A excelência da Croft, uma das mais ilustres e tradicionais casas de vinho do Porto, perdura no tempo graças ao espírito empreendedor das famílias proprietárias e à total dedicação à produção dos melhores vinhos do Porto.” E acrescenta: ”É com grande alegria que no mesmo ano que celebramos os 430 anos da Croft celebramos também os 10 anos do lançamento do Croft Pink, o primeiro vinho do Porto rosé e que deu continuidade ao espírito pioneiro que caracteriza a história da casa”.

Para comemorar a efeméride, a empresa decidiu produzir uma edição limitada de um vinho do Porto, o Croft 430th Anniversary Celebration Edition. Os rótulos ostentam a recriação da obra “Naufrágio da Armada Espanhola em 1588” do artista plástico Holandês Jan Luyken, que faz parte do acervo do Rijksmuseum de Amesterdão.

O vinho, um lote criado em exclusivo para esta edição de celebração, é explicado pelo Director de Enologia David Guimaraens: “A Croft é conhecida pelos seus vinhos do Porto Vintage com aromas de fruta pungente e taninos sedosos. Este é um Porto Reserva Ruby soberbo, exibindo todo o seu carácter frutado, característico do estilo distintivo da casa.”

O Croft 430th Anniversary está pronto a ser consumido, recomendando-se a que a temperatura de serviço esteja entre os 12 e os 16ºC. Acompanha na perfeição um bom queijo, especialmente um bom queijo cheddar. É também delicioso com sobremesas à base de chocolate preto e frutos silvestres. Será comercializado em 35 países e, em Portugal, estará disponível em garrafeiras e lojas especializadas a partir de Julho, com o PVP recomendado de €17,90.

Antes de haver Vinho do Porto já havia Croft 

A história da casa Croft começa antes da própria história do vinho do Porto. Em 1588, ao tornar-se membro da ‘Merchants Company of York’, Henry Thompson pode usar os direitos atribuídos a esta companhia por Elizabeth I em 1581, para constituir um negócio de comércio de vinhos. Assim, no mesmo ano da tentativa de invasão de Inglaterra pela “Armada Invencível”, Thompson fundou a empresa de comércio que transaccionava vinhos com origem de Portugal e que hoje conhecemos como a casa de vinho do Porto Croft.

Em 1739 John Croft torna-se o primeiro Croft sócio da empresa, o percursor de uma notável linhagem, que fez da empresa uma das mais ilustres casas produtoras de vinho do Porto Vintage.

Um antigo livro de registos da firma mostra que, em 1788, foi expedido para Inglaterra o Vintage 1781, configurando-se como o primeiro Vintage de que há registo. Depois deste, seguem-se os Croft 1784, 1785 e 1786. No catálogo da Christie’s de 1810 é referido, pela primeira vez, um vinho do Porto associado ao nome de uma casa, o Croft 1790.

Em 1962 a Croft é vendida à multinacional IDV, que anos mais tarde deu lugar à Diageo, onde permanece até 2001, ano que é adquirida pelo Grupo The Fladgate Partnership.

Após a aquisição, são efectuados avultados investimentos nas vinhas da Quinta da Roêda com a implementação do Modelo de Viticultura Sustentável desenvolvido pelo Grupo. Este modelo de cultivo inovador, premiado em 2009 como exemplo de sustentabilidade, permite recuperar a paisagem e a biodiversidade. Em paralelo, foram também construídas novas adegas, recuperada a pisa-a-pé anteriormente abandonada e introduzidas modernas tecnologias de vinificação.

O centro de visitas Croft na Quinta da Roêda foi totalmente remodelado em 2016 e recebeu 25 mil turistas em 2017, a que acrescem os 40 mil que passaram pelas Caves Croft em Vila Nova de Gaia, contribuindo para atrair e criar embaixadores para o Douro, para o Vinho do Porto e para a Croft.

Quinta da Roêda

A essência da Croft reside na famosa Quinta da Roêda, propriedade com 130 hectares e com 330 mil pés de vinhas plantados uma das melhores localizações da região do Douro. Aqui subsistem alguns dos vinhedos mais antigos da Região Demarcada, alguns deles plantados em majestosos e bem preservados socalcos.

A Quinta da Roêda contribuiu decididamente para a reputação da casa como produtora de grandes vinhos do Porto Vintage e serviu de inspiração ao poeta Veiga Cabral, a quem é atribuída a frase: ‘Se o Douro fosse um anel de ouro, a Quinta da Roêda seria o seu diamante’.