Taylor’s lança Single Harvest 1968

Proveniente das suas extensas reservas de vinhos do Porto envelhecidos em madeira, e pelo quinto ano consecutivo, a Taylor’s lança um vinho do Porto de uma colheita com 50 anos. O Taylor’s Single Harvest 1968 é uma Edição Limitada de um magnífico e raro vinho do Porto, que envelheceu em cascos de madeira que, pacientemente, a Taylor’s preservou nas suas caves e que, 50 anos depois, fica disponível ao público.

O Taylor’s Single Harvest 1968 foi produzido a partir de uvas exclusivamente desse mesmo ano, tendo atingido a maturidade em antigos cascos de carvalho onde permaneceram durante meio século para fazer nascer um vinho único, rico, complexo e muito concentrado.

Para Adrian Bridge, diretor-geral da Taylor’s, “Um 50º aniversário é sempre uma ocasião memorável. Os vinhos do Porto Taylor’s Single Harvest oferecem a oportunidade única de celebrar essa efeméride com um extraordinário vinho de meio século, extremamente elegante, complexo e cheio de vida. “Os 98 pontos acabados de receber pela Wine Spectator espelham bem a excelência deste vinho que agora temos o orgulho de lançar.”

O Taylor’s Single Harvest 1968 apresenta uma delicada cor castanha profunda, cercada por um amplo bordo âmbar. Nariz opulento e poderoso de bolo inglês, num todo muito harmonioso. Uma base com intensas notas de passas e toffee, que se misturam com baunilha, aromas de noz, maçapão e notas picantes de pimenta preta.

Na boca é redondo, concentrado e cheio de noz e caramelo. Sustentando a textura densa e suave está uma acidez muito bem integrada que proporciona uma atraente vivacidade que persiste num fim de boca muito longo. Um soberbo Single Harvest Tawny que possui todos os aromas, intensos e macios, próprios de um longo envelhecimento em cascos de carvalho, e mantém uma harmonia e equilíbrio excecionais.

 

O Taylor’s Single Harvest 1968 está pronto a ser consumido, recomendando-se que a temperatura de serviço esteja entre os 12 e os 16ºC. É apresentado na clássica garrafa fosca associada aos Tawnies de idade da Taylor’s e acondicionado numa caixa de carvalho. Está disponível nas melhores garrafeiras do país a partir de fevereiro, com o PVP recomendado de 290€.


Lavradores de Feitoria renova imagem da gama Três Bagos

Lavradores de Feitoria decidiu refrescar a imagem da sua gama de vinhos mais conhecida, a Três Bagos.  Esta é a terceira fatiota gama, sendo que na segunda a alteração se ficou, fundamentalmente pela inclusão do novo logótipo da Lavradores de Feitoria.  A estreia do novo rótulo coube ao Três Bagos Reserva tinto 2015, precisamente a terceira colheita desta referência. A caminho vem já o Três Bagos Grande Escolha tinto 2014.

A criação dos novos rótulos esteve a cargo da M&A Creative Agency  (a mesma empresa que desenvolveu a nova identidade institucional da Lavradores de Feitoria). Agora os bagos contêm a representação gráfica dos socalcos (ou se preferirmos, as curvas de nível) tão característicos do Douro Vinhateiro.

Para além da gama Três Bagos, o catálogo da empresa possui a homónima Lavradores de Feitoria, Meruge, Quinta da Costa das Aguaneiras, Cheda e Gadiva.

O Três Bagos Reserva tinto 2015 é feito a partir das castas Tinta Roriz (40%), Touriga Nacional (25%) e Touriga Franca (35%) de vinhas com mais de 30 anos. Fermentou em inox, seguindo-se o estágio metade em inox e metade em barrica (50% nova e 50% de segundo ano).

Vinho de um vermelho vivo, muito frutado no aroma (ameixa, amora). No seu conjunto é equilibrado, com a madeira muito bem casada, boa estrutura de boca, taninos suaves e um final muito guloso.

Tem 14% de álcool e um PVP de 9,50€.


Real Companhia Velha engarrafa mais seis castas raras na linha Séries

A Real Companhia Velha (RCV) é das empresas portuguesas que mais tem trabalhado em prol da preservação de castas nacionais antigas, algumas praticamente já votadas ao esquecimento e que se encontram nas suas vinhas velhas das várias quintas que a companhia tem no Douro. É na sua linha experimental Séries que depois as lança no mercado.

Recentemente surgiram mais seis monocastas (Donzelinho Branco e Gouveio, vinhos brancos ambos de 2016, e quatro tintos, Tinto Cão 2015, Malvasia Preta 2015, Cornifesto 2015 e Bastardo 2014)

com essa filosofia que, mais tarde, mercê da evolução do vinho, do aumento da quantidade produzida e da aceitação no mercado poderão passar a fazer parte das gamas mais comerciais.

Muito por grande mérito do enólogo Jorge Moreira, director de enologia da RCV, dos viticólogos Rui Soares, Álvaro Martinho Lopes e Sérgio Soares (agrónomos que trabalham a vinha) com o apoio, obviamente, da família Silva Reis, é possível voltarmos a beber belos vinhos de castas que os nossos ancestrais bem conheciam, que podem ser uma grande mais valia para a agricultura e economia portuguesas, porque podem marcar pontos pela diferença, pela novidade.

Segundo Jorge Moreira, a linha Séries procura apresentar vinhos excepcionais, quase sempre a partir de velhas castas do Douro. Esses vinhos que serão sempre ensaios (daí o nome), onde a equipa de enologia procura explorar diferentes técnicas, castas ou abordagens que ensinem algo passível de vir a ser aplicado na gama comercial, como atrás referimos.

Generalizando um pouco, de acordo com o clima de cada ano, 2014 deu origem a vinhos frescos e jovens, enquanto 2015 determinou tintos potentes e concentrados e de imensa complexidade. Quanto a 2016 foi um ano que proporcionou vinhos elegantes, aromáticos e muito frescos.

Para provar e poder perceber o resultado destes Séries, a RCV reuniu, na Enoteca de Belém, no final do passado mês de Janeiro, um grupo de jornalistas e críticos do sector. Aqui ficam as notas de prova destes Real Companhia Velha Séries.

 

 

Donzelinho Branco 2016 branco DOC Douro

 

Segundo as palavras de Jorge Moreira, “o Donzelinho Branco é uma das castas mais exóticas e invulgares que está plantada no planalto de Alijó. Aqui beneficia do clima fresco e de terrenos mais férteis, dois factores que determinam um perfil de um Douro muito diferente do habitual, tornando-se um grande desafio à nossa equipa de enologia”.

A fermentação decorreu em cubas de inox com controle de temperatura, ficando em estágio durante 6 meses.

O resultado deste Real Companhia Velha Séries Donzelinho branco 2016 é um vinho rico quer em aroma, quer em frescura e cremosidade na boca. Tem notas florais de alecrim, hortelã, e um suave toque de raspa de lima. O final é muito agradável, com classe, deixando notas cítricas e de perfume floral. Acompanha bem pratos da cozinha asiática ou preparações de peixe que tenham alguma acidez, como tártaro de salmão ou um escabeche suave de sardinhas ou carapaus.

Tem 12,5% de álcool, foram feitas 1556 garrafas e o PVP é de 17€

 

 

 

Apesar da casta Gouveio ser uma das mais conhecidas no Douro, muito raramente é engarrafada como monocasta. O Companhia Velha Séries Gouveio branco 2016 DOC Douro é feito de uvas provenientes da Quinta das Carvalhas, vindimadas muito cedo para evitar grandes concentrações fenólicas e muito álcool, de modo a que fique um vinho mais delicado. Foi vinificado em inox, mas 50% foi estagiado em barricas novas de carvalho francês durante seis meses. Tem fruta banca, notas florais e um toque de baunilha no aroma e na boca apresenta boa frescura com a madeira completamente integrada. Acompanha bem peixes grelhados, carne de porco no espeto ou queijo da Serra.

Tem 12% de álcool, foram feitas 2340 garrafas e um PVP de17€.

 

A casta Tinto Cão está no Douro há muitos anos, é uma das mais apreciadas pela nova geração de agricultores e para este Real Companhia Velha Séries Tinto Cão tinto 2015 foi escolhida uma vinificação tradicional em lagares de pedra com pisa a pé, seguindo-se um estágio em barricas de carvalho francês (15% em madeira nova) durante 18 meses. É um tinto de grande complexidade aromática. Na boca é muito agradável para quem gosta de vinhos com alguma rusticidade, embora os taninos bem presentes não sejam agressivos. Pratos de forno (borrego, cabrito) ou caça são uma boa companhia para este Tinto Cão.

Tem 14% de álcool, foram feitas 1466 garrafas e custa 17€

 

 

Segundo Jorge Moreira, este Malvasia Preta é, provavelmente o primeiro engarrafamento a solo feito desta casta, uma das mais antigas na região.

A fermentação do Real Companhia Velha Séries Malvasia Preta 2015 decorreu em pequenas cubas de inox com controle de temperatura, estagiando, depois, em barricas usadas de carvalho francês por 8 meses. Tem uma cor aberta e um aroma com notas de fruta preta e cítrica, com nuances apimentadas, num perfil aromático muito intenso e fresco. Na boca é macio, distinto, suave, leve e fresco. Final muito longo. Junte-o a peixes gordos, carnes de aves ou massas e verá que consegue um bom resultado.

Tem 13,5% de álcool, foram feitas 666 garrafas e custa 17€

 

Tal como a casta anterior, a Cornifesto é uma das mais antigas do Douro. Esteve quase desaparecida, restando apenas em algumas vinhas velhas, mas pelas suas características gastronómicas merece outro destaque. É também o primeiro engarrafamento a solo que se conhece, este Real Companhia Velha Séries Cornifesto tinto 2015. A fermentação foi feita em pequenas cubas de inox, seguindo-se um estágio de 12 meses em barricas usadas de carvalho francês. É aberto na cor, tem intensidade aromática. Na boca é fresco, e elegante. Jorge Moreira afirmou que a boa estrutura e a acidez deixa antever um bom potencial para futuras vinificações. Liga bem com polvo estufado, pratos de caça, cabrito assado e peixes gordos.

Tem 14,5% de álcool, foram feitas 1200 garrafas e custa 17€

 

 

 

A 4º vinho tinto apresentado foi da casta Bastardo, uma das mais conhecidas no Douro, com um nome curioso, já que não invoca, propriamente, algo de muito desejável.

O Real Companhia Velha Séries Bastardo tinto 2014 é um vinho de cor bastante aberta, fresco, elegante e muito frutado que, na adega, foi fermentado em cubas de inox, seguindo-se um estágio de 12 meses em barricas usadas de carvalho francês. Tem aromas frutados com notas de groselha e frutos silvestres, complexidade e carácter. Na boca revela-se de uma maneira muito interessante: de início é muito suave, delicado, mas percorre toda a boca e no final mostra taninos com boa garra, o que o tornam um bom companheiro para guisados bem temperados ou lebre, javali ou veado, cozinhados com redução de vinho.

Tem 14% de álcool, foram feitas 1573 garrafas e custa 17€.

 

Recorde-se que a Real Companhia Velha é a mais antiga empresa de vinhos portuguesa, com mais de 260 anos de existência e de actividade ininterrupta ao serviço do vinho do Porto. Tem 540 hectares de vinha, distribuídos pelas emblemáticas quintas das Carvalhas, Aciprestes, Casal da Granja, Síbio e Cidrô. Para a exportação são destinados 65% da produção total da RCV.


Manuel Cargaleiro cria rótulo para azeite Premium de Vila Velha de Ródão

Se gosta de coisas exclusivas, bonitas e com muito valor acrescentado tem à sua disposição uma edição limitada de 500 garrafas de azeite proveniente da Cooperativa de Azeites de Ródão (Rodoliv) com o rótulo desenhado por Manuel Cargaleiro, pintor e ceramista de renome mundial.

A iniciativa de lançar esta edição limitada pertenceu quer à Rodoliv, quer à C.M. de Vila Velha de Ródão, com o duplo sentido de divulgar o magnífico e premiado azeite, como também de homenagear o artista plástico natural do concelho, onde nasceu há 90 anos.

Na ocasião do lançamento, no passado mês de Janeiro, foi também apresentada a marca ‘Terras de Oiro’, que pretende promover as terras de Vila Velha de Ródão através das suas iniciativas, eventos e produtos locais, como é o caso do azeite (medalha de bronze no ranking dos melhores azeites de Portugal), queijo e mel.

Na cerimónia de apresentação Luís Pereira, Presidente da C. M. de Vila Velha de Ródão, afirmou “estamos muito orgulhosos do trabalho desenvolvido pelo Mestre Manuel Cargaleiro nesta edição especial de azeite de Ródão, que muito irá contribuir para promover a nossa região a nível nacional e internacional”. Por seu turno, Manuel Cargaleiro afirmou  “Fico bastante satisfeito por contribuir para a divulgação e promoção dos produtos de excelência produzidos na minha terra natal”.

A edição especial de azeite de Ródão estará disponível no Posto de Turismo de Vila Velha de Ródão, localizado no Lagar de Varas, bem como em feiras e eventos promovidos na região, pelo pvp de 15 euros.



Convento da Sertã Hotel entre os melhores da Europa

O Travellers’ Choice 2018, do TripAdvisor, distinguiram também a unidade hoteleira, situada na vila da Sertã, como o melhor pequeno hotel de Portugal

O Convento da Sertã Hotel está entre os melhores hotéis da Europa. O conhecido website internacional de viagens TripAdvisor classificou a unidade hoteleira, situada na vila da Sertã, como um dos 25 melhores pequenos hotéis do Velho Continente, nos prémios Travellers’ Choice 2018.

Estes prémios são “o maior reconhecimento concedido pelo TripAdvisor, significando que este é um estabelecimento excelente”, informou a empresa em comunicado.

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