Este fim-de-semana a literatura infantojuvenil em língua portuguesa vai morar em Oeiras

Sábado e domingo próximos (30 e 31 de Março) todos os caminhos para os interessados no universo da literatura infantojuvenil, vão dar ao Parque dos Poetas, em Oeiras.

A DOIS UM Produções, produtora luso-brasileira, em parceria com a Câmara Municipal de Oeiras, realizará no Templo da Poesia — Parque dos Poetas, a Travessia das Letras, uma grande festa dos falantes da língua portuguesa com encontros, oficinas e atividades que misturarão sotaques, cultura e hábitos com o tema “Visões de mundos diferentes com idioma igual – o português que nos une” e conta com participantes de Portugal, Brasil, Angola, Guiné-Bissau, Cabo Verde e Moçambique.

Com entrada livre, esta sua primeira edição vai muito além de um projeto cultural, ao assumir o caráter de proposta educativa construída com a participação e sugestões de autores, editoras e instituições públicas e privadas que apoiam o projeto.

O projeto Travessia das Letras nasceu do desejo de aproximar culturas que partilham a mesma língua. E quer, assim, promover o intercâmbio, atiçar a curiosidade, estimular a criatividade e expandir o imaginário pelo universo lúdico e onírico infantojuvenil.

A programação, que decorre entre as 10 da manhã e as 6 da tarde, inclui, para além das intervenções dos vários escritores convidados, ainda muitas oficinas em que podem participar jovens (consoante a temática) entre os 4 e os 18 anos. Estas oficinas estão sujeitas a inscrição e existência de vaga.

O programa pode ser consultado através do endereço: https://travessia2019.blogspot.com

As inscrições para as oficinas podem ser feitas pelo email: travessia2019@gmail.com


Concurso de fotografia Vinhos do Tejo com inscrições abertas

É fotografo amador? Há um concurso mesmo feito à sua medida! A Confraria Enófila Nossa Senhora do Tejo, a Comissão Vitivinícola Regional do Tejo e a Rota dos Vinhos do Tejo uniram-se para desafiar amantes da fotografia – não profissionais – a captarem a essência e a documentarem aspectos positivos da região, através da lente de uma máquina fotográfica.

O Concurso de Fotografia Vinhos do Tejo foi criado com o propósito de promover os vinhos, a gastronomia e o território.

Apesar do tema desta primeira edição ser livre, o enquadramento do trabalho dos participantes deve fazer-se na Região dos Vinhos do Tejo, as vinhas, o vinhos, as provas vínicas, os produtores, as vindimas, a poda, a floração, os trabalhos na adega, a gastronomia, as tradições, entre outros momentos a que lhes estão associados.

A participação é gratuita e as inscrições decorrem até dia 15 de Abril, embora o envio das fotografias possa acontecer até final de Outubro. Os prémios são um Fim-de-semana no Tejo para 2 pessoas, uma Experiência Vínica no Tejo, igualmente para 2 pessoas e um Curso de Vinhos do Tejo, neste caso só para 1 pessoa, a atribuir ao primeiro, segundo e terceiro lugares, respectivamente. Do 4.º a 10.º lugar serão entregues menções honrosas.

O regulamento e a ficha de inscrição estão disponíveis no site da Confraria, em http://www.confrariadotejo.pt.

Os resultados serão divulgados no site da Confraria, nas redes sociais dos parceiros e junto da Comunicação Social. A data do evento de entrega dos Diplomas e dos Prémios, a realizar em 2020, será anunciada oportunamente.


No sábado o Bairrada@LX é imperdível no Estúdio Time Out no Mercado da Ribeira – Duas dezenas de produtores e um restaurante vão mostrar-lhe o melhor que sabem fazer

Se está em Lisboa e pode dispor da tarde deste sábado, 23 de Março, não deixe de ir ao Estúdio Time Out, no primeiro piso do Mercado da Ribeira, onde pode provar os vinhos e conversar com 21 produtores da Bairrada e apreciar as maravilhosas iguarias que o Rei dos Leitões (restaurante da Mealhada) lhe propõe.
Entre as 3 da tarde e a 8 da noite, além de poder degustar algumas novidades e provar vinhos já com alguns anos, poderá ainda comprar as produções que mais lhe agradarem a preços especiais.
Os bilhetes vendem-se à entrada do espaço onde decorre o evento, custam 10€ e no preço está incluído copo para a degustação dos vinhos à prova.
Para os mais interessados vão decorrer provas especiais comentadas por enólogos bem conhecidos e credenciados. Às 4 da tarde Mário Sérgio Alves Nuno, produtor da Quinta das Bágeiras, vai conversar sobre a Maria Gomes, (no resto do país esta casta chama-se Fernão Pires), ao mesmo tempo que lança a nova colheita do seu Avô Fausto, um branco de 2017. Luís Pato, o Senhor Baga, vai apresentar às 5 da tarde aa sua ideia sobre a Baga na Vinha Pan. Para fechar a trilogia, às 6 da tarde, Osvaldo Amado, enólogo da Adega de Cantanhede, vai também apresentar as suas brilhantes ideias sobre a Baga, a casta rainha da Bairrada. São 36 lugares divididos pelas três provas, sendo que cada lugar tem um custo extra de 10€ por pessoa.
A organização do Bairrada@LX cabe à Eira da Beira, que conta com o apoio da Comissão Vitivinícola da Bairrada. Como tal, os produtos vínicos presentes são todos certificados, envergando o selo de qualidade DO Bairrada ou IG Beira Atlântico.
Os produtores presentes são (por ordem alfabética) Adega de Cantanhede, Ataíde Semedo, Campolargo, Caves Arco do Rei, Caves, Messias, Caves Montanha, Caves Primavera, Caves São Domingos, Caves São João, GIZ by Luís Gomes, Kompassus, Luís Pato, Nélson Neves, Positive Wine, Quinta da Lagoa Velha, Quinta das Bágeiras, Quinta de Baixo, Rama & Selas, Regateiro e Aplauso, Sidónio de Sousa e Vadio.


Vinhos do Tejo dão formação a 13 de Outubro em Alpiarça

CVRTejo - Curso de Vinhos (do Tejo) - Nível I

 

 

Como se pode ver no cartaz ilustrativo, o formador Mário Louro vai dar corpo a mais uma iniciativa enopedagógica promovida pela Comissão Vitivinícola Regional do Tejo (CVR Tejo). Será um Curso de Vinhos, do Nível I, a decorrer já este Sábado, 13 de Outubro, na Casa dos Patudos – Museu de Alpiarça, na vila ribatejana com o mesmo nome. Será ministrado entre as 9 da manhã e as 4 e meia da tarde, terá um custo de 60 euros por pessoa e, almoço incluído.

O objectivo é dar a conhecer como se faz uma prova de vinhos e, também, divulgar vinhos e produtores da região.

O almoço vai ser no restaurante Cavalo do Sorraia (restaurante integrado na Reserva Natural do Cavalo de Sorraia), e a sessão será ainda complementada com uma visita à Casa dos Patudos – Museu de Alpiarça, dois espaços que fazem parte do legado filantrópico de uma ilustre figura de Alpiarça, José Mascarenhas Relvas.

As inscrições são limitadas – estão praticamente fechadas – e devem ser feitas através da CVR Tejo, para o contacto de Patrícia Costa Mateiro, através do e-mail p.mateiro@cvrtejo.pt ou dos números de telefone 243 309 403 ou telemóvel  966 205 783.


Novos tintos da Colecção Privada DSF chegam ao mercado, com duas estreias

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Com imagem renovada chegaram agora ao mercado os novos vinhos tintos da Colecção Privada Domingos Soares Franco. Ao já conhecido Touriga Francesa, agora com a colheita de 2016, juntam-se  novidades Grand Noir 2015 e Syrah Tannat 2016. Esta nova imagem surge com a designação DSF destacada por cima da assinatura do enólogo da José Maria da Fonseca, com linhas minimalistas e apontamentos mais jovens e frescos, que concedem a esta gama de vinhos um perfil moderno e inovador.

 O Touriga Francesa 2016 revela-se muito frutado, com notas de frutos pretos como mirtilos, amoras, ameixas secas e cerejas. Complexo, equilibrado num conjunto delicado e sedutor.

O Grand Noir 2015 tem aromas a chocolate preto, amoras pretas, violetas e figos. Na boca mostra-se muito frutado, equilibrado com bons taninos e notas de madeira bem integradas. O Grand Noir é o primeiro vinho da Colecção Privada que veio de fora da Península de Setúbal, no caso da propriedade da JMF em Reguengos (José de Sousa).

Já o Syrah Tannat revela aromas a mirtilos, violetas, chocolate, tâmaras secas e cereja vermelha. Bastante frutado na boca, mostra algum fumado, boa acidez e taninos bem evidentes por via do Tannat.

Ideais para acompanhar carnes vermelhas assadas bem temperadas, pratos de caça ou queijos de pasta mole, estes três vinhos tintos da Colecção Privada DSF têm uma grande capacidade de guarda, que pode até ultrapassar a dezena de anos, caso do Syrah Tannat.

 Os vinhos da Colecção Privada DSF são vinhos que traduzem o espírito criador e a paixão de Domingos Soares Franco pela viticultura e enologia. Embora assine todos os vinhos da José Maria da Fonseca, existem uns que Domingos Soares Franco reserva para si como especiais: “Esta Colecção Privada traduz o meu espírito criador, a minha paixão pelos vinhos. Nesta colecção, em cada colheita, tenho total liberdade para decidir que vinhos vou fazer e como os vou fazer”.

Sobejamente conhecido de todos os que prestam alguma atenção ao mundo do vinho, refira-se que Domingos Soares Franco, enólogo e vice-presidente, é o mais novo dos dois representantes da sexta geração da família que gere a José Maria da Fonseca. Estudou em Davis, na Califórnia e começou a trabalhar na José Maria da Fonseca nos anos 80. Desde então, tem introduzido inúmeras alterações nos vinhos produzidos por esta empresa, tornando-se um dos mais inovadores enólogos da nova geração em Portugal. Enquanto enólogo a sua primeira grande influência foi sem dúvida a de seu Pai, Fernando Soares Franco. Também António Porto Soares Franco, seu tio, o marca tremendamente, homem de grande visão, que entre outros feitos marcantes merece ser reconhecido como criador do Lancers, um dos vinhos portugueses mais conhecidos em todo o mundo e o primeiro “best-seller” a nível internacional da José Maria da Fonseca.


Taylor’s lança Edição Histórica Limitada

 

Taylor's edição especial Set 18

Custa 50 euros, a garrafa é uma recriação das que se usavam na primeira metade do século XVIII e é um lote exclusivo, em edição limitada, da Taylor’s, uma das mais antigas e prestigiadas casas de vinho do Porto..

Segundo Adrian Bridge, director-geral da Taylor’s, “Com este lançamento pretendemos prestar tributo à longa e riquíssima história do vinho do Porto e, em simultâneo, introduzir inovação tal como fizemos muitas vezes ao longo da nossa história. Para esse efeito, decidimos criar um vinho único e lançar uma embalagem personalizada, coleccionável e em quantidades limitadas, que fosse apelativa para actuais e novos consumidores de vinho do Porto.”

O vinho é uma selecção de tawny, de diferentes idades, provenientes das extensas reserva de Vinho do Porto que envelhecem nas caves da Taylor’s.

David Guimaraens, director de Enologia da Taylor’s, afirmou “Este lote foi cuidadosamente preparado para esta edição limitada. Apresenta um carácter único e a riqueza característica da Taylor’s, culminando num final de incrível e distintiva persistência.”

O desenvolvimento da embalagem foi inspirado numa histórica garrafa inglesa, cujo pico de utilização ocorreu entre os anos 1715 a 1740. Estas garrafas tinham uma forma oval e estreita, sendo frequentemente descritas como “castanhas achatadas”. Geralmente, estes formatos tinham capacidades variáveis entre 1 litro e 1,5 litros, que era superior à geração de garrafas que a precederam e que tinham a forma de “cebola”.

Esta edição histórica vem acondicionada numa caixa de madeira que destaca as elegantes linhas da garrafa gravada com o símbolo distintivo “4XX” utilizado pela Taylor’s e que é a sua marca. Este símbolo consta da primeira garrafa com selo comercial de que há registo e remonta ao início da actividade da produtora, em 1692. Respeitando as garrafas originais, estas terão capacidade de 1 litro e vão estar disponíveis nas melhores garrafeiras durante o mês de Outubro, com o preço de venda ao público recomendado de 50€.

Notas de Prova

Aroma complexo, carregado de nuances subtis, a ameixa, figo e sultanas que combinam com as notas adocicadas a maçapão e biscoito e ainda sugestões de madeira de cedro e couro. Na boca mostra-se redondo com taninos discretos, bem integrados e uma boa acidez. Deixa sabores ricos a bolo inglês e ameixa fresca num longo final.

As garrafas no século XVIII

No início do século XVIII as garrafas eram sopradas à mão e tinham uma forma arredondada, de pouca altura e com uma base larga para aumentar a sua estabilidade. Pelo seu formato, as garrafas não podiam ser mantidas deitadas, não servindo por isso para envelhecer o vinho. Nesta época, as garrafas eram usadas principalmente para transportar o vinho do casco até à mesa, fosse a de uma estalagem, taberna ou das casas das classes mais ricas e abastadas. Por serem caras, as garrafas eram reutilizadas, apresentando muitas vezes o brasão ou as iniciais do seu proprietário.

Sobre a Taylor’s

A Taylor’s é uma das primeiras e históricas casas de vinho do Porto, tendo sido estabelecida em 1692. Empresa familiar desde a sua fundação, dedica-se exclusivamente à produção de vinhos do Porto de grande qualidade, desde o plantio da vinha e cultivo das uvas à elaboração, envelhecimento e engarrafamento dos lotes de vinhos. O compromisso da família com o futuro do vinho do Porto é também demonstrado na sua determinação em preservar o ambiente único da região do Douro, através da promoção de uma viticultura sustentável e responsável.

A empresa é sobretudo conhecida pelos seus elegantes e longevos vinhos do Porto Vintage provenientes da emblemática Quinta de Vargellas e das Quintas da Terra Feita e do Junco.

A casa foi a criadora do LBV (Late Bottled Vintage), um estilo no qual a empresa foi pioneira e do qual continua a ser o principal produtor, tendo ainda sido pioneira no lançamento do Chip Dry, o primeiro Porto Branco Extra Seco e no lançamento do primeiro Vintage Single Quinta. A Taylor’s é também reconhecida como o mais importante produtor de Tawnies de Idade e possui uma das mais extensas reservas de vinhos do Porto envelhecidos em casco.

 

 


Petiscos do Alentejo em Lisboa

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Francisco Mateus, presidente da CRVA na apresentação da Rota, quinta-feira, 27 de Setembro.

Até dia 13 de Outubro pode petiscar alguns dos melhores sabores do Alentejo e do Mundo sempre acompanhados pelos vinhos do Alentejo, repetindo o que foi um sucesso o ano passado. Nesta edição, aos sabores portugueses juntam-se alguns sabores do mundo, nomeadamente da Índia, Brasil, Vietname, Moçambique, Itália, tudo isso sem sair de Lisboa.

São 14 os restaurantes que aceitaram o desafio, o By The Wine (Rua das Flores), Carnalentajana (Campo Pequeno),, Companhia do Largo (Largo da Anunciada), Livraria-Bar Menina e Moça (Rua Nova do Carvalho, a Rua Cor-de-Rosa, ao Cais do Sodré), Lost In (Rua D. Pedro V, ao Bairro Alto), Santos-O-Vinho (Rua da Esperança, à Madragoa), Chutnify (Travessa da Palmeira, entre o Príncipe Real e o Bairro Alto), Chiveve (Rua Filipe Folque, ao Saldanha), Malaca Too (Lx Factory), Boteco Da DRI (Cais do Gás, ao Cais do Sodré), Maritaca (Rua do Patrocínio) e os 3 restaurantes TOPO (Belém, CCB), Chiado (Terraços do Carmo) e Martim Moniz (Centro Comercial Martim Moniz).

Os petiscos seleccionados por cada um dos restaurantes e o copo de vinho têm um custo de 4,5€.

Por ocasião da apresentação, na semana passada, Francisco Mateus, o presidente da Comissão Vitivinícola Regional do Alentejo afirmou: “Ao incluirmos os sabores do mundo nesta Rota quisemos demonstrar a versatilidade dos Vinhos do Alentejo, um food paring perfeito não só com os tradicionais petiscos portugueses, mas também entre os mais sofisticados sabores do mundo. A prova de que os Vinhos do Alentejo são perfeitos para qualquer ocasião.”.

A Rota dos Petiscos e Vinhos do Alentejo termina a 13 de Outubro, mas os Vinhos do Alentejo vão continuar por Lisboa. Durante os dias 13, 14 e 15, no CCB – Centro Cultural de Belém, vai realizar-se o já habitual evento anual “Vinhos do Alentejo em Lisboa”, um evento que, para além de provas de vinho, tem um programa complementado com a gastronomia alentejana e muita animação.