Tejo In Vino Veritas em Santarém depois de amanhã

Santarém, a chamada “Capital do Gótico”, recebe depois de amanhã, sexta-feira, entre as 5 da tarde e as 11 da noite, nos Claustros do Museu Diocesano de Santarém, a 4.ª edição do evento cultural ‘Verão In. Str… é um Espanto!’. Vão estar onze produtores – Adega do Cartaxo, Enorport, Falua, Fiuza, Lambéria’s, Quinta da Alorna, Quinta do Arrobe, Quinta da Lagoalva, Quinta da Lapa, Quinta da Ribeirinha e Solar dos Loendros para mostrar as suas novidades.

A entrada no ‘Tejo In Vino Veritas’ é livre e gratuita, mas se quiser degustar os vinhos em prova, é necessário comprar copo, pelo valor de dois euros.

Fazem ainda parte do programa do dia 29 de Junho, no mesmo espaço, uma visita temática ao Museu Diocesano de Santarém, sob o mote “O Vinho na Arte Cristã” (18h30; €4,00); uma charla teatral intitulada “Ah Nossa! Branco ou Tinto”, pelo Veto Teatro Oficina (21h00); e a actuação musical “On Hat”, com Pedro Santos Rosa, no saxofone, e Luís Vale, no piano (21h30).

Onde fica? Claustros do Museu Diocesano de Santarém, Praça Sá da Bandeira, Edifício do Seminário, 2000-135 Santarém


Chefe Pedro Mendes e Vinhos Quinta do Quetzal sexta-feira no Restaurante Panorama do Sheraton

Na próxima sexta-feira, 29 de Junho, o chefe Pedro Mendes da Quinta do Quetzal é o convidado para os já tradicionais jantares gastronómicos do Restaurante Panorama do Hotel Sheraton, em Lisboa.

“Todos os meses convidamos quintas que se estão a diferenciar no panorama nacional para trazerem ao nosso restaurante os seus vinhos e os seus chefs de modo a proporcionarmos aos nossos clientes uma experiência diferenciadora”, refere António Pereira, director Sheraton Lisboa Hotel & Spa. Por seu turno o chefe Pedro Mendes referiu: “O meu objectivo é apresentar um menu que reflicta o trabalho que tenho desenvolvido na Quinta do Quetzal, utilizando sempre os produtos da região”.

Com um valor de 59€ por pessoa, com vinhos incluídos, o menu inclui: Boas vindas com Quetzal Brut 2014; Croquete de farinheira preta e mostarda de pimento, ervilha e hortelã, acompanhado de Guadalupe rosé 2017; Queijo de cabra, uvas e beldroegas, servido com Guadalupe Winemaker’s Selection branco 2016; Cação em tomatada e poejos com, Quetzal Reserva branco 2014; Lombinho de porco Alentejano com fumados, bolota e túbaras, em maridagem com Quetzal Reserva tinto 2015 e Laranja em sete texturas e hortelã da ribeira, a fazer dueto com Quetzal Rich white 2014.

A Quinta do Quetzal situa-se na encosta sul da serra de Portel, na Vidigueira, mais propriamente na freguesia de Vila de Frades, próximo das ruínas da antiga villa romana de S. Cucufate, que serviu de inspiração para a adega,

Os proprietários, Cees e Inge de Bruin são grandes coleccionadores e mecenas de arte contemporânea e mantêm há mais de 40 anos uma forte ligação a Portugal.

Quanto ao chefe Pedro Mendes, é natural de Lisboa, começou a carreira no Algarve, passou pelo Hotel Marmoris em Vila Viçosa e agora, para além da cozinha da Quinta do Quetzal oficia no Maria Pia, no Clube Náutico de Cascais, para além de ter voltado como consultor ao hotel de Vila Viçosa.


Novo Rosé da Lavradores de Feitoria já está no mercado

Depois do branco lançado em Maio a Lavradores de Feitoria fez agora chegar ao mercado o rosé 2017. A base deste vinho (cerca de 70% é de Touriga Franca) e os restantes 30% são de castas variadas é um lote que Paulo Ruão, o enólogo chefe da Feitoria, tem vindo a afinar, desde que em 2012 lançou um extreme de Touriga Nacional.

É um rosé bastante floral, mas com igual presença de fruta fresca, como toranja, com nuances de morango. O que se sente no nariz é o mesmo que na boca. É um vinho leve e fresco, muito agradável de se beber como aperitivo, mas que também não fica completamente fora de jogo a acompanhar comidas de Verão leves.

Tem 12,5% de álcool e custa 4 euros.

Lavradores de Feitoria rosé SA Pequena


Edição limitada do Porto Croft 430 anos no mercado em Julho

Lançamento do Croft 430th Anniversary celebra origem da casa em 1588 e a riqueza da história da mais antiga casa de vinho do Porto em actividade.

A longa e apaixonante história da casa de vinho do Porto Croft, não começa nem em Portugal nem com a família Croft. Começa na cidade Inglesa de York, pela mão de Henry Thompson, em 1588, o mesmo ano da frustrada tentativa de invasão de Inglaterra pela Armada Invencível do Rei Filipe II de Espanha.

Segundo Adrian Bridge, Director-Geral da Croft, “A excelência da Croft, uma das mais ilustres e tradicionais casas de vinho do Porto, perdura no tempo graças ao espírito empreendedor das famílias proprietárias e à total dedicação à produção dos melhores vinhos do Porto.” E acrescenta: ”É com grande alegria que no mesmo ano que celebramos os 430 anos da Croft celebramos também os 10 anos do lançamento do Croft Pink, o primeiro vinho do Porto rosé e que deu continuidade ao espírito pioneiro que caracteriza a história da casa”.

Para comemorar a efeméride, a empresa decidiu produzir uma edição limitada de um vinho do Porto, o Croft 430th Anniversary Celebration Edition. Os rótulos ostentam a recriação da obra “Naufrágio da Armada Espanhola em 1588” do artista plástico Holandês Jan Luyken, que faz parte do acervo do Rijksmuseum de Amesterdão.

O vinho, um lote criado em exclusivo para esta edição de celebração, é explicado pelo Director de Enologia David Guimaraens: “A Croft é conhecida pelos seus vinhos do Porto Vintage com aromas de fruta pungente e taninos sedosos. Este é um Porto Reserva Ruby soberbo, exibindo todo o seu carácter frutado, característico do estilo distintivo da casa.”

O Croft 430th Anniversary está pronto a ser consumido, recomendando-se a que a temperatura de serviço esteja entre os 12 e os 16ºC. Acompanha na perfeição um bom queijo, especialmente um bom queijo cheddar. É também delicioso com sobremesas à base de chocolate preto e frutos silvestres. Será comercializado em 35 países e, em Portugal, estará disponível em garrafeiras e lojas especializadas a partir de Julho, com o PVP recomendado de €17,90.

Antes de haver Vinho do Porto já havia Croft 

A história da casa Croft começa antes da própria história do vinho do Porto. Em 1588, ao tornar-se membro da ‘Merchants Company of York’, Henry Thompson pode usar os direitos atribuídos a esta companhia por Elizabeth I em 1581, para constituir um negócio de comércio de vinhos. Assim, no mesmo ano da tentativa de invasão de Inglaterra pela “Armada Invencível”, Thompson fundou a empresa de comércio que transaccionava vinhos com origem de Portugal e que hoje conhecemos como a casa de vinho do Porto Croft.

Em 1739 John Croft torna-se o primeiro Croft sócio da empresa, o percursor de uma notável linhagem, que fez da empresa uma das mais ilustres casas produtoras de vinho do Porto Vintage.

Um antigo livro de registos da firma mostra que, em 1788, foi expedido para Inglaterra o Vintage 1781, configurando-se como o primeiro Vintage de que há registo. Depois deste, seguem-se os Croft 1784, 1785 e 1786. No catálogo da Christie’s de 1810 é referido, pela primeira vez, um vinho do Porto associado ao nome de uma casa, o Croft 1790.

Em 1962 a Croft é vendida à multinacional IDV, que anos mais tarde deu lugar à Diageo, onde permanece até 2001, ano que é adquirida pelo Grupo The Fladgate Partnership.

Após a aquisição, são efectuados avultados investimentos nas vinhas da Quinta da Roêda com a implementação do Modelo de Viticultura Sustentável desenvolvido pelo Grupo. Este modelo de cultivo inovador, premiado em 2009 como exemplo de sustentabilidade, permite recuperar a paisagem e a biodiversidade. Em paralelo, foram também construídas novas adegas, recuperada a pisa-a-pé anteriormente abandonada e introduzidas modernas tecnologias de vinificação.

O centro de visitas Croft na Quinta da Roêda foi totalmente remodelado em 2016 e recebeu 25 mil turistas em 2017, a que acrescem os 40 mil que passaram pelas Caves Croft em Vila Nova de Gaia, contribuindo para atrair e criar embaixadores para o Douro, para o Vinho do Porto e para a Croft.

Quinta da Roêda

A essência da Croft reside na famosa Quinta da Roêda, propriedade com 130 hectares e com 330 mil pés de vinhas plantados uma das melhores localizações da região do Douro. Aqui subsistem alguns dos vinhedos mais antigos da Região Demarcada, alguns deles plantados em majestosos e bem preservados socalcos.

A Quinta da Roêda contribuiu decididamente para a reputação da casa como produtora de grandes vinhos do Porto Vintage e serviu de inspiração ao poeta Veiga Cabral, a quem é atribuída a frase: ‘Se o Douro fosse um anel de ouro, a Quinta da Roêda seria o seu diamante’.


Em maré de mudanças a estilista Maria Ghira veste o Lancers

De entre os vinhos produzidos pela José Maria da Fonseca, não foi só o “fundador” Periquita a passar por retoques da imagem. Também o Lancers propõe um Verão Vintage, com o novo packaging a fazer alusão aos anos 50, com uma imagem que remete para o vestuário feminino de praia desta década. Segundo os responsáveis da marca a tónica fundamental da nova “roupagem” do Lancers branco ou rosé é a sensualidade e o atrevimento.

Depois da realização do concurso de criação do novo packaging, destinado aos estudantes de Design do IADE – Universidade Europeia (instituição de referência no ensino de Design em Portugal), a proposta vencedora da estudante Maria Ghira promete animar os dias mais quentes. O design vintage, refrescante, audaz, sensual, ousado, divertido e fresco reflecte o Verão Lancers.

A Edição Especial 2018 do LANCERS apresenta uma figura icónica na garrafa, concedendo à marca um toque de ousadia. Esta nova imagem será divulgada em Portugal e em diversos países, como Espanha, Luxemburgo, Dinamarca, Brasil e México.

Os preços de referência do Lancers Branco e Rosé Edição Especial 2018 é de 3,49€.


PERIQUITA COM NOVA IMAGEM

Periquita, a marca de vinhos mais antiga de Portugal, lançada em 1850, acaba de chegar ao mercado com a imagem renovada. Com este rebranding, o produtor José Maria da Fonseca pretende reforçar a Portugalidade deste icónico vinho que está presente em mais de 70 países há 168 anos.

António Maria Soares Franco, Administrador e Vice-presidente da José Maria da Fonseca, é a sétima geração da família a gerir a centenária empresa vitivinícola sediada em Vila Nogueira de Azeitão. Para o administrador ‘nesta gestão entre a história e a inovação é sempre muito delicada. São 168 anos ininterruptos a produzir Periquita, 70 mercados e mais de 4 milhões de garrafas produzidas anualmente pelo que, alterar a imagem de uma marca icónica e bem implementada no mercado, é sempre uma ousadia. No entanto acreditamos que é no equilíbrio entre a história, as raízes e o carácter original da marca e a insatisfação constante que vamos não só manter o legado que nos foi deixado, como vamos deixá-lo ainda melhor para as futuras gerações. A história do Periquita é essa também, a sua constante reinterpretação, mantendo o carácter original do vinho, mas procurando inovar na imagem, e por isso está cá há tantos anos.’

Nesta renovação de imagem da gama Periquita  – Periquita Tinto, o Periquita Reserva, o Periquita Branco  e o Periquita Rosé – existem várias novidades nos elementos visuais presentes no rótulo: a marca “umbrella” José Maria da Fonseca surge reforçada, como símbolo de mérito e qualidade; a assinatura do enólogo Domingos Soares Franco no rótulo concede ao Periquita mais legitimidade e relevância; os acabamentos reforçados no rótulo enobrecem a marca e a recuperação do brasão da Ordem da Torre e Espada (distinção atribuída pelo rei D. Pedro V a José Maria da Fonseca em 1856 pelo Valor, Lealdade e Mérito no âmbito da indústria portuguesa) no rótulo é um regresso às origens da marca.

Os preços recomendados para os Periquita Tinto 2016, Periquita Branco 2017 e Periquita Rosé 2017: 4,49€; para o Periquita Reserva Tinto 2016: 8,99€.

Vejam o vídeo que se segue. São poucos segundos e o filme é muito giro.


Adega Coop. da Vidigueira homenageia Vasco da Gama com o vinho tinto 1498

É uma série absolutamente limitada a 1498 garrafas o deste vinho tinto que a Adega Cooperativa da Vidigueira, Cuba e Alvito (ACVCA) lançou no início deste mês de Junho para homenagear Vasco da Gama e a data da sua chegada à Índia, na primeira viagem que o navegador fez para estabelecer a rota marítima entre a Europa e o Oriente.

A festa de lançamento teve lugar no Convento das Relíquias, edifício inserido no perímetro da Quinta do Carmo em Vidigueira, em cuja igreja o célebre navegador esteve sepultado.

Este vinho tinto que a ACVCA decidiu produzir, teve um longo período de amadurecimento e gestação desde a ideia inicial, que começou já há uns anos1498nobackground. Será o topo de gama de todos os vinhos da Adega, terá (como referimos) uma edição limitada e será vendido dentro de uma mini arca de madeira de nogueira polida. Cada conjunto custará 90 euros.

«Quisemos fazer uma embalagem especial, para um vinho deveras especial, que conquistará uma franja de amantes de um produto único e inimitável. Será de facto um vinho para verdadeiros apreciadores também eles pessoas muito especiais», diz com indisfarçável orgulho, José Miguel d’Almeida, o presidente da Adega Cooperativa de Vidigueira, Cuba e Alvito.

“Fazer este vinho foi uma aventura inebriante», confessou o engº Luís Morgado Leão, o enólogo responsável.

A adega abre a possibilidade de coleccionadores ou simples interessados poderem desde já fazer a reserva de certas garrafas numeradas, ficando assim com a possibilidade de escolher certos números, que signifiquem datas, referências ou momentos especiais para si, ou até ofertas para algum familiar ou pessoas dos seus contactos.

Os interessados deverão formalizar os pedidos através do email info@adegavidigueira.pt , fornecendo também a indicação do nome que deverá ser gravado no certificado de posse que acompanhará cada garrafa.

Vasco da Gama, que é o patrono da ACVCA, recebeu como presente o título de Conde de Vidigueira por parte do rei D. Manuel I, após ter chegado a Calecute na Índia em 21 de Maio de 1498. Falecido em Cochim, a 24 de dezembro de 1524, seria sepultado a seu pedido no Convento das Relíquias em Vidigueira em 1539.

Sobre a Adega Cooperativa de Vidigueira Cuba e Alvito

A Adega Cooperativa de Vidigueira, Cuba e Alvito foi fundada em 1960 e iniciou a sua atividade em 1963, mas a sua cronologia vai muito para além dos seus 58 anos de existência.

As suas raízes entrelaçam-se com a história da própria vila, e com Vasco da Gama – o Conde de Vidigueira, a quem D. Jaime, Duque de Bragança cedeu a vila em 1519. Assim surgiram as primeiras ligações da Vidigueira com a família dos Gama.

Quase 60 anos depois de ser fundada, a Adega pretende cumprir a promessa de descoberta e afirmação da região da Vidigueira tão vincada pela cultura do vinho, numa viagem que aproxima a Adega e a sua vila a Vasco da Gama e a conquistas de outros tempos.

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