Vinhos do Tejo dão formação a 13 de Outubro em Alpiarça

CVRTejo - Curso de Vinhos (do Tejo) - Nível I

 

 

Como se pode ver no cartaz ilustrativo, o formador Mário Louro vai dar corpo a mais uma iniciativa enopedagógica promovida pela Comissão Vitivinícola Regional do Tejo (CVR Tejo). Será um Curso de Vinhos, do Nível I, a decorrer já este Sábado, 13 de Outubro, na Casa dos Patudos – Museu de Alpiarça, na vila ribatejana com o mesmo nome. Será ministrado entre as 9 da manhã e as 4 e meia da tarde, terá um custo de 60 euros por pessoa e, almoço incluído.

O objectivo é dar a conhecer como se faz uma prova de vinhos e, também, divulgar vinhos e produtores da região.

O almoço vai ser no restaurante Cavalo do Sorraia (restaurante integrado na Reserva Natural do Cavalo de Sorraia), e a sessão será ainda complementada com uma visita à Casa dos Patudos – Museu de Alpiarça, dois espaços que fazem parte do legado filantrópico de uma ilustre figura de Alpiarça, José Mascarenhas Relvas.

As inscrições são limitadas – estão praticamente fechadas – e devem ser feitas através da CVR Tejo, para o contacto de Patrícia Costa Mateiro, através do e-mail p.mateiro@cvrtejo.pt ou dos números de telefone 243 309 403 ou telemóvel  966 205 783.


Novos tintos da Colecção Privada DSF chegam ao mercado, com duas estreias

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Com imagem renovada chegaram agora ao mercado os novos vinhos tintos da Colecção Privada Domingos Soares Franco. Ao já conhecido Touriga Francesa, agora com a colheita de 2016, juntam-se  novidades Grand Noir 2015 e Syrah Tannat 2016. Esta nova imagem surge com a designação DSF destacada por cima da assinatura do enólogo da José Maria da Fonseca, com linhas minimalistas e apontamentos mais jovens e frescos, que concedem a esta gama de vinhos um perfil moderno e inovador.

 O Touriga Francesa 2016 revela-se muito frutado, com notas de frutos pretos como mirtilos, amoras, ameixas secas e cerejas. Complexo, equilibrado num conjunto delicado e sedutor.

O Grand Noir 2015 tem aromas a chocolate preto, amoras pretas, violetas e figos. Na boca mostra-se muito frutado, equilibrado com bons taninos e notas de madeira bem integradas. O Grand Noir é o primeiro vinho da Colecção Privada que veio de fora da Península de Setúbal, no caso da propriedade da JMF em Reguengos (José de Sousa).

Já o Syrah Tannat revela aromas a mirtilos, violetas, chocolate, tâmaras secas e cereja vermelha. Bastante frutado na boca, mostra algum fumado, boa acidez e taninos bem evidentes por via do Tannat.

Ideais para acompanhar carnes vermelhas assadas bem temperadas, pratos de caça ou queijos de pasta mole, estes três vinhos tintos da Colecção Privada DSF têm uma grande capacidade de guarda, que pode até ultrapassar a dezena de anos, caso do Syrah Tannat.

 Os vinhos da Colecção Privada DSF são vinhos que traduzem o espírito criador e a paixão de Domingos Soares Franco pela viticultura e enologia. Embora assine todos os vinhos da José Maria da Fonseca, existem uns que Domingos Soares Franco reserva para si como especiais: “Esta Colecção Privada traduz o meu espírito criador, a minha paixão pelos vinhos. Nesta colecção, em cada colheita, tenho total liberdade para decidir que vinhos vou fazer e como os vou fazer”.

Sobejamente conhecido de todos os que prestam alguma atenção ao mundo do vinho, refira-se que Domingos Soares Franco, enólogo e vice-presidente, é o mais novo dos dois representantes da sexta geração da família que gere a José Maria da Fonseca. Estudou em Davis, na Califórnia e começou a trabalhar na José Maria da Fonseca nos anos 80. Desde então, tem introduzido inúmeras alterações nos vinhos produzidos por esta empresa, tornando-se um dos mais inovadores enólogos da nova geração em Portugal. Enquanto enólogo a sua primeira grande influência foi sem dúvida a de seu Pai, Fernando Soares Franco. Também António Porto Soares Franco, seu tio, o marca tremendamente, homem de grande visão, que entre outros feitos marcantes merece ser reconhecido como criador do Lancers, um dos vinhos portugueses mais conhecidos em todo o mundo e o primeiro “best-seller” a nível internacional da José Maria da Fonseca.


Taylor’s lança Edição Histórica Limitada

 

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Custa 50 euros, a garrafa é uma recriação das que se usavam na primeira metade do século XVIII e é um lote exclusivo, em edição limitada, da Taylor’s, uma das mais antigas e prestigiadas casas de vinho do Porto..

Segundo Adrian Bridge, director-geral da Taylor’s, “Com este lançamento pretendemos prestar tributo à longa e riquíssima história do vinho do Porto e, em simultâneo, introduzir inovação tal como fizemos muitas vezes ao longo da nossa história. Para esse efeito, decidimos criar um vinho único e lançar uma embalagem personalizada, coleccionável e em quantidades limitadas, que fosse apelativa para actuais e novos consumidores de vinho do Porto.”

O vinho é uma selecção de tawny, de diferentes idades, provenientes das extensas reserva de Vinho do Porto que envelhecem nas caves da Taylor’s.

David Guimaraens, director de Enologia da Taylor’s, afirmou “Este lote foi cuidadosamente preparado para esta edição limitada. Apresenta um carácter único e a riqueza característica da Taylor’s, culminando num final de incrível e distintiva persistência.”

O desenvolvimento da embalagem foi inspirado numa histórica garrafa inglesa, cujo pico de utilização ocorreu entre os anos 1715 a 1740. Estas garrafas tinham uma forma oval e estreita, sendo frequentemente descritas como “castanhas achatadas”. Geralmente, estes formatos tinham capacidades variáveis entre 1 litro e 1,5 litros, que era superior à geração de garrafas que a precederam e que tinham a forma de “cebola”.

Esta edição histórica vem acondicionada numa caixa de madeira que destaca as elegantes linhas da garrafa gravada com o símbolo distintivo “4XX” utilizado pela Taylor’s e que é a sua marca. Este símbolo consta da primeira garrafa com selo comercial de que há registo e remonta ao início da actividade da produtora, em 1692. Respeitando as garrafas originais, estas terão capacidade de 1 litro e vão estar disponíveis nas melhores garrafeiras durante o mês de Outubro, com o preço de venda ao público recomendado de 50€.

Notas de Prova

Aroma complexo, carregado de nuances subtis, a ameixa, figo e sultanas que combinam com as notas adocicadas a maçapão e biscoito e ainda sugestões de madeira de cedro e couro. Na boca mostra-se redondo com taninos discretos, bem integrados e uma boa acidez. Deixa sabores ricos a bolo inglês e ameixa fresca num longo final.

As garrafas no século XVIII

No início do século XVIII as garrafas eram sopradas à mão e tinham uma forma arredondada, de pouca altura e com uma base larga para aumentar a sua estabilidade. Pelo seu formato, as garrafas não podiam ser mantidas deitadas, não servindo por isso para envelhecer o vinho. Nesta época, as garrafas eram usadas principalmente para transportar o vinho do casco até à mesa, fosse a de uma estalagem, taberna ou das casas das classes mais ricas e abastadas. Por serem caras, as garrafas eram reutilizadas, apresentando muitas vezes o brasão ou as iniciais do seu proprietário.

Sobre a Taylor’s

A Taylor’s é uma das primeiras e históricas casas de vinho do Porto, tendo sido estabelecida em 1692. Empresa familiar desde a sua fundação, dedica-se exclusivamente à produção de vinhos do Porto de grande qualidade, desde o plantio da vinha e cultivo das uvas à elaboração, envelhecimento e engarrafamento dos lotes de vinhos. O compromisso da família com o futuro do vinho do Porto é também demonstrado na sua determinação em preservar o ambiente único da região do Douro, através da promoção de uma viticultura sustentável e responsável.

A empresa é sobretudo conhecida pelos seus elegantes e longevos vinhos do Porto Vintage provenientes da emblemática Quinta de Vargellas e das Quintas da Terra Feita e do Junco.

A casa foi a criadora do LBV (Late Bottled Vintage), um estilo no qual a empresa foi pioneira e do qual continua a ser o principal produtor, tendo ainda sido pioneira no lançamento do Chip Dry, o primeiro Porto Branco Extra Seco e no lançamento do primeiro Vintage Single Quinta. A Taylor’s é também reconhecida como o mais importante produtor de Tawnies de Idade e possui uma das mais extensas reservas de vinhos do Porto envelhecidos em casco.

 

 


Petiscos do Alentejo em Lisboa

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Francisco Mateus, presidente da CRVA na apresentação da Rota, quinta-feira, 27 de Setembro.

Até dia 13 de Outubro pode petiscar alguns dos melhores sabores do Alentejo e do Mundo sempre acompanhados pelos vinhos do Alentejo, repetindo o que foi um sucesso o ano passado. Nesta edição, aos sabores portugueses juntam-se alguns sabores do mundo, nomeadamente da Índia, Brasil, Vietname, Moçambique, Itália, tudo isso sem sair de Lisboa.

São 14 os restaurantes que aceitaram o desafio, o By The Wine (Rua das Flores), Carnalentajana (Campo Pequeno),, Companhia do Largo (Largo da Anunciada), Livraria-Bar Menina e Moça (Rua Nova do Carvalho, a Rua Cor-de-Rosa, ao Cais do Sodré), Lost In (Rua D. Pedro V, ao Bairro Alto), Santos-O-Vinho (Rua da Esperança, à Madragoa), Chutnify (Travessa da Palmeira, entre o Príncipe Real e o Bairro Alto), Chiveve (Rua Filipe Folque, ao Saldanha), Malaca Too (Lx Factory), Boteco Da DRI (Cais do Gás, ao Cais do Sodré), Maritaca (Rua do Patrocínio) e os 3 restaurantes TOPO (Belém, CCB), Chiado (Terraços do Carmo) e Martim Moniz (Centro Comercial Martim Moniz).

Os petiscos seleccionados por cada um dos restaurantes e o copo de vinho têm um custo de 4,5€.

Por ocasião da apresentação, na semana passada, Francisco Mateus, o presidente da Comissão Vitivinícola Regional do Alentejo afirmou: “Ao incluirmos os sabores do mundo nesta Rota quisemos demonstrar a versatilidade dos Vinhos do Alentejo, um food paring perfeito não só com os tradicionais petiscos portugueses, mas também entre os mais sofisticados sabores do mundo. A prova de que os Vinhos do Alentejo são perfeitos para qualquer ocasião.”.

A Rota dos Petiscos e Vinhos do Alentejo termina a 13 de Outubro, mas os Vinhos do Alentejo vão continuar por Lisboa. Durante os dias 13, 14 e 15, no CCB – Centro Cultural de Belém, vai realizar-se o já habitual evento anual “Vinhos do Alentejo em Lisboa”, um evento que, para além de provas de vinho, tem um programa complementado com a gastronomia alentejana e muita animação.


Na próxima sexta-feira divirta-se e acabe as férias a brindar!

Na próxima sexta-feira, dia 7 de Setembro, o jardim do Lisbon Marriott vai encher-se de música, vinhos, espumantes, cervejas artesanais, petiscos, jogos e meio milhar de prémios. 

Esta edição da festa Bye Bye Summer Wine & Beer Party, evento coorganizado pelas revistas Paixão Pelo Vinho, Paixão Pela Cerveja e pelo Lisbon Marriott Hotel, o jardim do Lisbon Marriott Hotel estará preparado para receber mil pessoas para, juntas, se despedirem das férias de verão num grandioso brinde, das 18 às 23 horas.

Para além da prova de mais de 300 vinhos e cervejas, também será possível ganhar centenas de prémios, bastando jogar, acertar e responder acertadamente a uma pergunta vínica! Aos saborosos petiscos preparados pelo Chef António Alexandre, juntam-se o porco no espeto e as tábuas de enchidos e queijos para partilhar.

Estarão representadas quase todas as regiões produtoras de vinhos em Portugal, entre brancos, rosados, tintos e espumantes: Quinta da Barca e Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo (Douro);  Lua Cheia em Vinhas Velhas (Douro, Vinho Verde, Dão e Alentejo); Costa Boal Family Estates (Douro e Trás-os-Montes); Adega Cooperativa de Ponte da Barca e Arcos de Valdevez, Quinta dos Ingleses e Lagosta (Vinho Verde); Vinícola Castelar (Bairrada); Madre de Água (Dão); Ideal Drinks (Vinho Verde, Bairrada e Dão); Cabeça de Toiro (Tejo); Lisbon Mustache e Checkmate (Lisboa); DOK (Alenquer e Península de Setúbal); Serras de Grândola, Herdade Pegos Claros, Herdade Canal Caveira e Casa Ermelinda Freitas (Península de Setúbal); Quinta da Plansel, Herdade da Calada, Vinha das Virtudes, Monte dos Cabaços e Nunes Barata (Alentejo) e Sogrape (várias regiões). Os Queijos Sapidus, da TIL – Arte Queijeira, também vão marcar presença, bem como as palhinhas comestíveis Sorbos, cocktails e outras surpresas.

As cervejas artesanais de referência também se juntam à festa . Entre outras estão em prova Cinco Chagas, Rafeira, Chica, 5 e Meio, Dos Santos, Cerveja + 351, Kenga e Estrela d’Alba. E de Espanha estarão presentes as cervejas Mahou e Alhambra.

No centro do jardim, estará a zona “Arrisca e Ganha”, da Enoport United Wines, onde poderá ganhar prémios das marcas Cabeça de Toiro, Lagosta e Faisão, entre canetas, sacos, raquetes de praia, chapéus e garrafas mini (187ml). E há 500 prémios à sua espera!

Os bilhetes já estão disponíveis através da Ticketline, on-line (www.ticketline.sapo.com) e locais habituais como Fnac, Worten, El Corte Inglés, Viagens Abreu, C. Com. Campo Pequeno e Casino de Lisboa, por exemplo. E também na plataforma on-line www.feverup.com, apenas em pré-venda. Comprando antecipadamente o bilhete poupará 5 euros. Em pré-venda o bilhete “Party” tem um custo de 10€ e no dia do evento custará 15€, sempre com oferta o copo de prova.
Na ida e volta poderá usar o serviço Taxify que lhe oferece um desconto de 5 euros, através da inserção do código #paixaopelovinho.

 


Tejo In Vino Veritas em Santarém depois de amanhã

Santarém, a chamada “Capital do Gótico”, recebe depois de amanhã, sexta-feira, entre as 5 da tarde e as 11 da noite, nos Claustros do Museu Diocesano de Santarém, a 4.ª edição do evento cultural ‘Verão In. Str… é um Espanto!’. Vão estar onze produtores – Adega do Cartaxo, Enorport, Falua, Fiuza, Lambéria’s, Quinta da Alorna, Quinta do Arrobe, Quinta da Lagoalva, Quinta da Lapa, Quinta da Ribeirinha e Solar dos Loendros para mostrar as suas novidades.

A entrada no ‘Tejo In Vino Veritas’ é livre e gratuita, mas se quiser degustar os vinhos em prova, é necessário comprar copo, pelo valor de dois euros.

Fazem ainda parte do programa do dia 29 de Junho, no mesmo espaço, uma visita temática ao Museu Diocesano de Santarém, sob o mote “O Vinho na Arte Cristã” (18h30; €4,00); uma charla teatral intitulada “Ah Nossa! Branco ou Tinto”, pelo Veto Teatro Oficina (21h00); e a actuação musical “On Hat”, com Pedro Santos Rosa, no saxofone, e Luís Vale, no piano (21h30).

Onde fica? Claustros do Museu Diocesano de Santarém, Praça Sá da Bandeira, Edifício do Seminário, 2000-135 Santarém


Chefe Pedro Mendes e Vinhos Quinta do Quetzal sexta-feira no Restaurante Panorama do Sheraton

Na próxima sexta-feira, 29 de Junho, o chefe Pedro Mendes da Quinta do Quetzal é o convidado para os já tradicionais jantares gastronómicos do Restaurante Panorama do Hotel Sheraton, em Lisboa.

“Todos os meses convidamos quintas que se estão a diferenciar no panorama nacional para trazerem ao nosso restaurante os seus vinhos e os seus chefs de modo a proporcionarmos aos nossos clientes uma experiência diferenciadora”, refere António Pereira, director Sheraton Lisboa Hotel & Spa. Por seu turno o chefe Pedro Mendes referiu: “O meu objectivo é apresentar um menu que reflicta o trabalho que tenho desenvolvido na Quinta do Quetzal, utilizando sempre os produtos da região”.

Com um valor de 59€ por pessoa, com vinhos incluídos, o menu inclui: Boas vindas com Quetzal Brut 2014; Croquete de farinheira preta e mostarda de pimento, ervilha e hortelã, acompanhado de Guadalupe rosé 2017; Queijo de cabra, uvas e beldroegas, servido com Guadalupe Winemaker’s Selection branco 2016; Cação em tomatada e poejos com, Quetzal Reserva branco 2014; Lombinho de porco Alentejano com fumados, bolota e túbaras, em maridagem com Quetzal Reserva tinto 2015 e Laranja em sete texturas e hortelã da ribeira, a fazer dueto com Quetzal Rich white 2014.

A Quinta do Quetzal situa-se na encosta sul da serra de Portel, na Vidigueira, mais propriamente na freguesia de Vila de Frades, próximo das ruínas da antiga villa romana de S. Cucufate, que serviu de inspiração para a adega,

Os proprietários, Cees e Inge de Bruin são grandes coleccionadores e mecenas de arte contemporânea e mantêm há mais de 40 anos uma forte ligação a Portugal.

Quanto ao chefe Pedro Mendes, é natural de Lisboa, começou a carreira no Algarve, passou pelo Hotel Marmoris em Vila Viçosa e agora, para além da cozinha da Quinta do Quetzal oficia no Maria Pia, no Clube Náutico de Cascais, para além de ter voltado como consultor ao hotel de Vila Viçosa.