Aveleda lança cinco novidades

No ano em que celebra 150 anos de existência, o produtor da Região dos Vinhos Verdes lança duas novas sub-gamas – Solos e Parcelas – e altera a designação do Quinta da Aveleda para Aveleda Loureiro & Alvarinho, vinho que se junta ao Aveleda Loureiro e ao Aveleda Alvarinho na gama Castas.

O Aveleda Loureiro & Alvarinho 2019 revela a exuberância floral do Loureiro e o corpo aveludado da casta Alvarinho. As duas castas icónicas da Região dos Vinhos Verdes produzem vinhos que colocam em evidência a pureza das uvas e que convidam o consumidor a explorar os aromas autênticos do Vinho Verde.

Na recentemente criada gama Solos, a Aveleda lança dois vinhos: os Solos de Xisto e os Solos de Granito. Num convite para descobrir a riqueza geológica da Região dos Vinhos Verdes, onde 90% dos solos são de granito, esta gama explora as raras variedades de xisto existentes na região e a forma como os diferentes solos se reflectem nos vinhos.

O Xisto é uma rocha mais fácil de quebrar, pelo que a superfície radicular da planta consegue ser mais profunda. A retenção de água é maior neste tipo de solos, acabando por criar vinhos com mais volume de boca e mais untuosos. O Aveleda Solos de Xisto Alvarinho 2018 revela aromas de toranja madura, manga, abacaxi e flores brancas.

O Aveleda Solos de Granito Alvarinho 2018 é um vinho mais mineral, direto e fresco. Este perfil de vinho é derivado do facto do índice de retenção de água dos solos graníticos ser muito baixo e destes terem um pH baixo.

Na gama Parcelas, o terroir é o protagonista. Em cada ano de vindima, a Aveleda seleccionará a melhor, ou as melhores parcelas de todas as quintas que possui na Região dos Vinhos Verdes. Nesta gama, que pretende mostrar a unicidade de um determinado terroir, a Aveleda lança agora dois vinhos: o Aveleda Parcela do Convento e o Aveleda Parcela do Roseiral.

O Aveleda Parcela do Convento Loureiro 2018 tem como base um solo granítico, permitindo que a casta Loureiro, altamente aromática, atinja um nível de concentração e volume de boca sem igual. Maracujá, toranja e casca de lima são apenas alguns dos aromas detetáveis no paladar. Com um excelente equilíbrio entre fruta, mineralidade e acidez, este vinho toma conta dos sentidos. O Aveleda Parcela do Roseiral Alvarinho 2018 é oriundo de um antigo roseiral cujo terroir é perfeito para esta casta, devido à sua frescura e fertilidade. Revela aromas discretos a flores brancas, frutos cítricos e tropicais. Este vinho é muito delicado e suave, extremamente equilibrado com excelente acidez e equilíbrio entre fruta e mineralidade.

Os preços de recomendados são (euros):

Aveleda Loureiro & Alvarinho 2019 – 5,49€
Aveleda Parcela do Convento Loureiro 2018 -19,99€
Aveleda Solos de Granito Alvarinho 2018 – 9,99€
Aveleda Parcela do Convento Loureiro 2018 -19,99€



<!– /* Font Definitions */ @font-face {font-family:”Cambria Math”; panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4; mso-font-charset:0; mso-generic-font-family:roman; mso-font-pitch:variable; mso-font-signature:-536869121 1107305727 33554432 0 415 0;} @font-face {font-family:Calibri; panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4; mso-font-charset:0; mso-generic-font-family:swiss; mso-font-pitch:variable; mso-font-signature:-469750017 -1073732485 9 0 511 0;} /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal {mso-style-unhide:no; mso-style-qformat:yes; mso-style-parent:””; margin-top:0cm; margin-right:0cm; margin-bottom:8.0pt; margin-left:0cm; line-height:107%; mso-pagination:widow-orphan; font-size:11.0pt; font-family:”Calibri”,sans-serif; mso-ascii-font-family:Calibri; mso-ascii-theme-font:minor-latin; mso-fareast-font-family:Calibri; mso-fareast-theme-font:minor-latin; mso-hansi-font-family:Calibri; mso-hansi-theme-font:minor-latin; mso-bidi-font-family:”Times New Roman”; mso-bidi-theme-font:minor-bidi; mso-fareast-language:EN-US;} .MsoChpDefault {mso-style-type:export-only; mso-default-props:yes; font-family:”Calibri”,sans-serif; mso-ascii-font-family:Calibri; mso-ascii-theme-font:minor-latin; mso-fareast-font-family:Calibri; mso-fareast-theme-font:minor-latin; mso-hansi-font-family:Calibri; mso-hansi-theme-font:minor-latin; mso-bidi-font-family:”Times New Roman”; mso-bidi-theme-font:minor-bidi; mso-fareast-language:EN-US;} .MsoPapDefault {mso-style-type:export-only; margin-bottom:8.0pt; line-height:107%;} @page WordSection1 {size:612.0pt 792.0pt; margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; mso-header-margin:36.0pt; mso-footer-margin:36.0pt; mso-paper-source:0;} div.WordSection1 {page:WordSection1;} –>
Aveleda Parcela do Roseiral Alvarinho 2018 -19,99€
 


Quintas de Melgaço com duas novidades

A empresa Quintas de Melgaço é uma sociedade anónima que conta com mais de 500 acionistas, dos quais 430 são produtores. Há pouco tempo lançaram, no mercado dois dos seus vinhos da colheita de 2019: o QM Alvarinho e o QM Rosé.

O primeiro é um clássico monocasta de Alvarinho. Apresenta um aroma frutado, notas exóticas e ligeiro floral. É encorpado na boca e tem um final prolongado. Acompanha muito bem peixes, mariscos, carnes brancas, aves, queijos de pasta mole ou ainda boa charcutaria regional. Está pronto a ser bebido já, mas vai ainda viver (e no nosso entender melhorar) uns cinco ou seis anos.

O QM Rosé é feito com uvas Alvarinho e Sousão (é assim que figura na ficha técnica), tem uma cor ligeira (um pouco mais carregada do que o blush provençal), aromas de frutos vermelhos, notas de menta e raspa de limão. Muito fresco e persistente acompanha bem saladas,

aperitivos, massas e arrozes de peixes e marisco ou queijo amanteigado. Há quem possa achar um sacrilégio, mas pessoalmente gosto de o acompanhar com sardinhas assadas. A enologia de ambos os vinhos é da responsabilidade de Élio Barreiros. Os preços de referência em garrafeira indicados pelo produtor são de 10 euros para qualquer deles.


Herdade das Servas Sangiovese Rosé

Uma novidade na família dos rosés portugueses é o Sangiovese 2019, oriundo da alentejana Herdade das Servas da família Serrano Mira (também proprietária da centenária Casa da Tapada, na Região dos Vinhos Verdes).

Este rosé é um vinho fresco, contidamente frutado e seco, com um final de boca elegante e persistente, pensado para a mesa e com capacidade de evolução em garrafa. Para beber agora ou guardar para mais tarde sentir novas emoções. Um rosé que brilha na sua cor salmão claro e que evidencia notas florais e aromas de framboesa e groselha. O Sangiovese Rosé 2019 está à venda em algumas garrafeiras a 10,50€ e acompanha muito bem saladas, massas, sushi e carnes brancas.

Até agora o outro Rosé português da casta Sangiovese era o Blush, um vinho do Algarve com o p.v.p de 11,50 €


História do Vinho Verde

Esta é a história de um vinho que já foi trocado por bacalhau, que depois se tornou acre e muito azedo (de sabor e de feitio) e que depois ressuscitou, qual Fénix, para se tornar, nos nossos dias, num dos grandes vinhos do Mundo. À vossa saúde com um copo de Vinho Verde!

Já todos viram nas cartas de vinhos de alguns restaurantes a divisão dos vinhos em Brancos, Tintos e Verdes. Actualmente é um perfeito disparate e em nenhum documento ou publicação oficial ou minimamente informado se vê já essa arrumação… a não ser na ASAE news nº 104, uma publicação daquela polícia criminal dada à estampa em Dezembro de 2016 onde se pode ler “Em Portugal existe um tipo de vinho específico, o vinho verde, que pode ser tinto ou branco, mas devido à sua acentuada acidez pode ser considerado como uma categoria à parte”. Pode ler o original aqui: https://www.asae.gov.pt/newsletter2/asaenews-n-104-dezembro-2016/o-vinho.aspx.

É uma desinformação sem pés nem cabeça e mais ridículo do que isto só o que muito recentemente vimos na carta de vinhos do restaurante de um hotel lisboeta (que já foi de referência) e onde, com destaque, se podia ler “Green Wine”, a par com os tradicionais Red Wine e White Wine.

Com a extraordinária melhoria operada quer na vinha, quer na adega, a partir da última década do século passado, logicamente também todo o vinho português melhorou imenso de qualidade e, especificamente o vinho verde. Facto a que não é alheio o excelente trabalho desenvolvido pela Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes na pessoa do seu presidente Manuel Pinheiro.

Recorde-se que a única razão para que actualmente se chame Vinho Verde é porque ele é produzido na Região Demarcada dos Vinhos Verdes, das mais antigas de Portugal, demarcada e legislada em 1908 juntamente com o Dão, logo a seguir à do Douro (1756).

Nem sempre o vinho verde foi uma bebida de excelência. Os livros estão cheios de exemplos dados por pessoas absolutamente insuspeitas. Mas, valha em abono da verdade, há 400 anos o vinho deveria ser agradável porque os ingleses e outros povos do Norte o trocavam por bacalhau num porto de uma cidade que então se chamava Viana do Foz do Lima e hoje Viana do Castelo.

Nessa época é possível que uma boa parte das uvas fosse proveniente de vinhas, mas com o aumento da população e a divisão da propriedade foi necessário recorrer cada vez mais à técnica da condução em uveira ou enforcado, com as videiras a treparem por árvores plantadas nas extremas dos campos deixando a parte interna para o cultivo de outros bens necessários à alimentação das pessoas.

Há um site que vale a pena ler: Vinha e vinhedos – Alto Minho medieval, da autoria do Doutor António Matos Reis para se ficar a perceber melhor como era o mundo rural desta região há mais de 500 anos.

Duarte Nunes de Leão escreve no seu livro “Descrição do Reino de Portugal”, dado à estampa no ano de 1610, em relação ao vinho que depois se chamará de Verde (actualizámos a grafia): “No Minho se colhe muito centeio e milho e (uma) infinidade de todas as frutas, carnes e

pescados, os melhores e mais saborosos de Espanha, muito vinho do que chamam enforcado de que a gente plebeia se sustenta, que para os nobres se fazem os vinhos riquíssimos de Ribadavia (não a nossa actual Riba de Ave, vila do concelho de Vila Nova de Famalicão, sim a terra galega famosa pelos seus vinhos Albariño, n.a.) e de outros de Galiza sua vizinha e de Monção, onde há muita provisão (onde se produz muito).

É bastante curiosa, já nessa altura, a referência a vinhos para a “gente plebeia”, que seriam os vinhos de enforcado e os vinhos para os nobres, os Alvarinho de Monção, pois claro.

António Barros Cardoso, professor da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, citando um decreto de 1715 no reinado de D. João V mostra que a nível de impostos também havia uma clara distinção entre os vinhos maus (da vinha de enforcado) e os bons: “Que os vinhos verdes que se produzem na Província do Minho… por serem de menos reputação…” pagavam apenas 3 réis por canada. Refere-se ao mesmo tempo que eram vinhos “que chamaõ de enforcado, & se daõ em arvores, sem cultura” para os distinguir dos restantes vinhos, chamados “de cepa” (vinha baixa) que pagavam 5 réis do mesmo imposto, no caso o “usual”, um imposto extraordinário sobre carne e vinho.

Em 1867, nos tempos do senhor rei D. Luís veio à luz o primeiro relatório assente em bases científicas sobre as vinhas e o vinho em Portugal, mandado elaborar no ano anterior, por decreto do seu ministro das Obras Públicas, Comércio e Indústria João de Andrade Corvo.

O vinho era um produto muitíssimo importante na economia portuguesa, o oídio já tinha aparecido e já tinha feito os seus estragos e era, também, necessário avaliá-los.

Foram encarregues da missão três professores universitários doutorados em Química, visconde de Villa Maior (Júlio Máximo de Oliveira Pimentel) que devia visitar os distritos ao norte do Douro, António Augusto de Aguiar encarregue dos distritos compreendidos entre o Douro e o Tejo, com excepção do distrito de Lisboa e João Ignacio Ferreira Lapa, o distrito de Lisboa e os distritos ao sul do Tejo.

Interessa-nos, neste caso, algumas apreciações feitas pelo visconde de Villa Maior após a suas deambulações por alguns vinhateiros do Minho.

Ele aponta a razão para que a má qualidade das uvas resulte numa má qualidade do vinho, nomeadamente a condução das videiras em enforcado, trepando pelas árvores em volta dos campos onde se semeavam cereais e legumes, terrenos com muita rega e tratados com adubos muito azotados. As uveiras carregavam-se de cachos mas, e citamos, “a abundancía dos succos nutritivos, o excesso de humidade, a

sombra das arvores a que estão associadas, a altura a que dão o fructo,

a influencia do clima geralmente humido e brumoso, pondo de parte ainda a inferioridade das castas adoptadas, tudo faz com que escasseie o assucar nos fructos e com que a maturação destes não chegue nunca a ser completa, resultando dahi necessariamente para o vinho o caracter essencial de verdura, aspereza e pouca espirituosídade que distingue os vinhos do Minho”.

E Villa Maior aponta ainda outra razão para que os cachos não amadureçam completamente: “Por toda a parte ouvimos lastimarem-se os proprietários e lavradores dos contínuos roubos feitos nos seus frutos, e este mal é de tal ordem que a maior parte dos colheiteiros fazem as vindimas estando ainda muito verdes as uvas, com receio do grande roubo a que estão sujeitas, principalmente na proximidade das grandes povoações, onde o fruto encontra fácil venda”. Mas também aponta a falta de cuidado, a falta de limpeza no manuseamento das uvas e as condições absolutamente desastrosas de algumas adegas para o resultado final péssimo.

Teriam de passar quase 150 anos para que o Vinho Verde se tornasse num néctar de eleição, para que, por exemplo, em Portugal, as uvas da casta Alvarinho de Monção e Melgaço se tornassem nas mais bem pagas aos produtores.

Tenho bem presente na memória, na década de 1970, quando ia com o meu sogro visitar alguns clientes lavradores em aldeias na zona de Ponte do Lima, a sensação que me causava a malga de vinho verde que me ofereciam e que eu bebia com sacrifício para não lhes desagradar. Era quase a mesma sensação descrita um século antes por António Augusto de Aguiar numa das suas bem humoradas conferências sobre vinhos realizada durante o ano de 1875 no Teatro da Trindade, em Lisboa. Na que versou o Vinho Verde disse galhofeiro: “Afirmam no Porto, que não se pode beber esta peste (vinho verde tinto) senão de olho fechado, pondo a boca à banda e alçando a perna direita, como quem ao bebê-lo espere o efeito de uma pedrada”.

Também Jaime Batalha Reis, agrónomo, diplomata, geógrafo e publicista, pertencente famosa Geração de 70, terá referido no início dos anos de 1920: “Quando se bebem tais vinhos, dizia um lisboeta, referindo-se aos verdes do Minho, é prudente que alguém nos torça uma orelha, para que a dor que ali se produz nos faça esquecer o acerbo do vinho”, conforme nos conta Bernardino Camilo Cincinato da Costa (1866-1930), um dos maiores estudiosos do vinho português.

A verdade é que, nos cem anos que se seguiram as práticas aconselhadas por alguns estudiosos atrás referidos e ainda por outros, como José Cerqueira Machado ou, mais recentemente, pelo engenheiro agrónomo Amândio Barbedo Galhano (1908 -1991) permitiram que o Vinho Verde se transformasse completamente.

Enólogos como Anselmo Mendes, Luís Cerdeira, empresas como a Soalheiro, a Aveleda e a Sogrape, Adegas Cooperativas como as de Monção e tantos outros conseguiram que o Vinho Verde se tornasse numa fabulosa bebida que de verde só tem o nome da região onde é produzido.


Este fim-de-semana a literatura infantojuvenil em língua portuguesa vai morar em Oeiras

Sábado e domingo próximos (30 e 31 de Março) todos os caminhos para os interessados no universo da literatura infantojuvenil, vão dar ao Parque dos Poetas, em Oeiras.

A DOIS UM Produções, produtora luso-brasileira, em parceria com a Câmara Municipal de Oeiras, realizará no Templo da Poesia — Parque dos Poetas, a Travessia das Letras, uma grande festa dos falantes da língua portuguesa com encontros, oficinas e atividades que misturarão sotaques, cultura e hábitos com o tema “Visões de mundos diferentes com idioma igual – o português que nos une” e conta com participantes de Portugal, Brasil, Angola, Guiné-Bissau, Cabo Verde e Moçambique.

Com entrada livre, esta sua primeira edição vai muito além de um projeto cultural, ao assumir o caráter de proposta educativa construída com a participação e sugestões de autores, editoras e instituições públicas e privadas que apoiam o projeto.

O projeto Travessia das Letras nasceu do desejo de aproximar culturas que partilham a mesma língua. E quer, assim, promover o intercâmbio, atiçar a curiosidade, estimular a criatividade e expandir o imaginário pelo universo lúdico e onírico infantojuvenil.

A programação, que decorre entre as 10 da manhã e as 6 da tarde, inclui, para além das intervenções dos vários escritores convidados, ainda muitas oficinas em que podem participar jovens (consoante a temática) entre os 4 e os 18 anos. Estas oficinas estão sujeitas a inscrição e existência de vaga.

O programa pode ser consultado através do endereço: https://travessia2019.blogspot.com

As inscrições para as oficinas podem ser feitas pelo email: travessia2019@gmail.com


Concurso de fotografia Vinhos do Tejo com inscrições abertas

É fotografo amador? Há um concurso mesmo feito à sua medida! A Confraria Enófila Nossa Senhora do Tejo, a Comissão Vitivinícola Regional do Tejo e a Rota dos Vinhos do Tejo uniram-se para desafiar amantes da fotografia – não profissionais – a captarem a essência e a documentarem aspectos positivos da região, através da lente de uma máquina fotográfica.

O Concurso de Fotografia Vinhos do Tejo foi criado com o propósito de promover os vinhos, a gastronomia e o território.

Apesar do tema desta primeira edição ser livre, o enquadramento do trabalho dos participantes deve fazer-se na Região dos Vinhos do Tejo, as vinhas, o vinhos, as provas vínicas, os produtores, as vindimas, a poda, a floração, os trabalhos na adega, a gastronomia, as tradições, entre outros momentos a que lhes estão associados.

A participação é gratuita e as inscrições decorrem até dia 15 de Abril, embora o envio das fotografias possa acontecer até final de Outubro. Os prémios são um Fim-de-semana no Tejo para 2 pessoas, uma Experiência Vínica no Tejo, igualmente para 2 pessoas e um Curso de Vinhos do Tejo, neste caso só para 1 pessoa, a atribuir ao primeiro, segundo e terceiro lugares, respectivamente. Do 4.º a 10.º lugar serão entregues menções honrosas.

O regulamento e a ficha de inscrição estão disponíveis no site da Confraria, em http://www.confrariadotejo.pt.

Os resultados serão divulgados no site da Confraria, nas redes sociais dos parceiros e junto da Comunicação Social. A data do evento de entrega dos Diplomas e dos Prémios, a realizar em 2020, será anunciada oportunamente.