Novo Rosé da Lavradores de Feitoria já está no mercado

Depois do branco lançado em Maio a Lavradores de Feitoria fez agora chegar ao mercado o rosé 2017. A base deste vinho (cerca de 70% é de Touriga Franca) e os restantes 30% são de castas variadas é um lote que Paulo Ruão, o enólogo chefe da Feitoria, tem vindo a afinar, desde que em 2012 lançou um extreme de Touriga Nacional.

É um rosé bastante floral, mas com igual presença de fruta fresca, como toranja, com nuances de morango. O que se sente no nariz é o mesmo que na boca. É um vinho leve e fresco, muito agradável de se beber como aperitivo, mas que também não fica completamente fora de jogo a acompanhar comidas de Verão leves.

Tem 12,5% de álcool e custa 4 euros.

Lavradores de Feitoria rosé SA Pequena


Edição limitada do Porto Croft 430 anos no mercado em Julho

Lançamento do Croft 430th Anniversary celebra origem da casa em 1588 e a riqueza da história da mais antiga casa de vinho do Porto em actividade.

A longa e apaixonante história da casa de vinho do Porto Croft, não começa nem em Portugal nem com a família Croft. Começa na cidade Inglesa de York, pela mão de Henry Thompson, em 1588, o mesmo ano da frustrada tentativa de invasão de Inglaterra pela Armada Invencível do Rei Filipe II de Espanha.

Segundo Adrian Bridge, Director-Geral da Croft, “A excelência da Croft, uma das mais ilustres e tradicionais casas de vinho do Porto, perdura no tempo graças ao espírito empreendedor das famílias proprietárias e à total dedicação à produção dos melhores vinhos do Porto.” E acrescenta: ”É com grande alegria que no mesmo ano que celebramos os 430 anos da Croft celebramos também os 10 anos do lançamento do Croft Pink, o primeiro vinho do Porto rosé e que deu continuidade ao espírito pioneiro que caracteriza a história da casa”.

Para comemorar a efeméride, a empresa decidiu produzir uma edição limitada de um vinho do Porto, o Croft 430th Anniversary Celebration Edition. Os rótulos ostentam a recriação da obra “Naufrágio da Armada Espanhola em 1588” do artista plástico Holandês Jan Luyken, que faz parte do acervo do Rijksmuseum de Amesterdão.

O vinho, um lote criado em exclusivo para esta edição de celebração, é explicado pelo Director de Enologia David Guimaraens: “A Croft é conhecida pelos seus vinhos do Porto Vintage com aromas de fruta pungente e taninos sedosos. Este é um Porto Reserva Ruby soberbo, exibindo todo o seu carácter frutado, característico do estilo distintivo da casa.”

O Croft 430th Anniversary está pronto a ser consumido, recomendando-se a que a temperatura de serviço esteja entre os 12 e os 16ºC. Acompanha na perfeição um bom queijo, especialmente um bom queijo cheddar. É também delicioso com sobremesas à base de chocolate preto e frutos silvestres. Será comercializado em 35 países e, em Portugal, estará disponível em garrafeiras e lojas especializadas a partir de Julho, com o PVP recomendado de €17,90.

Antes de haver Vinho do Porto já havia Croft 

A história da casa Croft começa antes da própria história do vinho do Porto. Em 1588, ao tornar-se membro da ‘Merchants Company of York’, Henry Thompson pode usar os direitos atribuídos a esta companhia por Elizabeth I em 1581, para constituir um negócio de comércio de vinhos. Assim, no mesmo ano da tentativa de invasão de Inglaterra pela “Armada Invencível”, Thompson fundou a empresa de comércio que transaccionava vinhos com origem de Portugal e que hoje conhecemos como a casa de vinho do Porto Croft.

Em 1739 John Croft torna-se o primeiro Croft sócio da empresa, o percursor de uma notável linhagem, que fez da empresa uma das mais ilustres casas produtoras de vinho do Porto Vintage.

Um antigo livro de registos da firma mostra que, em 1788, foi expedido para Inglaterra o Vintage 1781, configurando-se como o primeiro Vintage de que há registo. Depois deste, seguem-se os Croft 1784, 1785 e 1786. No catálogo da Christie’s de 1810 é referido, pela primeira vez, um vinho do Porto associado ao nome de uma casa, o Croft 1790.

Em 1962 a Croft é vendida à multinacional IDV, que anos mais tarde deu lugar à Diageo, onde permanece até 2001, ano que é adquirida pelo Grupo The Fladgate Partnership.

Após a aquisição, são efectuados avultados investimentos nas vinhas da Quinta da Roêda com a implementação do Modelo de Viticultura Sustentável desenvolvido pelo Grupo. Este modelo de cultivo inovador, premiado em 2009 como exemplo de sustentabilidade, permite recuperar a paisagem e a biodiversidade. Em paralelo, foram também construídas novas adegas, recuperada a pisa-a-pé anteriormente abandonada e introduzidas modernas tecnologias de vinificação.

O centro de visitas Croft na Quinta da Roêda foi totalmente remodelado em 2016 e recebeu 25 mil turistas em 2017, a que acrescem os 40 mil que passaram pelas Caves Croft em Vila Nova de Gaia, contribuindo para atrair e criar embaixadores para o Douro, para o Vinho do Porto e para a Croft.

Quinta da Roêda

A essência da Croft reside na famosa Quinta da Roêda, propriedade com 130 hectares e com 330 mil pés de vinhas plantados uma das melhores localizações da região do Douro. Aqui subsistem alguns dos vinhedos mais antigos da Região Demarcada, alguns deles plantados em majestosos e bem preservados socalcos.

A Quinta da Roêda contribuiu decididamente para a reputação da casa como produtora de grandes vinhos do Porto Vintage e serviu de inspiração ao poeta Veiga Cabral, a quem é atribuída a frase: ‘Se o Douro fosse um anel de ouro, a Quinta da Roêda seria o seu diamante’.


Em maré de mudanças a estilista Maria Ghira veste o Lancers

De entre os vinhos produzidos pela José Maria da Fonseca, não foi só o “fundador” Periquita a passar por retoques da imagem. Também o Lancers propõe um Verão Vintage, com o novo packaging a fazer alusão aos anos 50, com uma imagem que remete para o vestuário feminino de praia desta década. Segundo os responsáveis da marca a tónica fundamental da nova “roupagem” do Lancers branco ou rosé é a sensualidade e o atrevimento.

Depois da realização do concurso de criação do novo packaging, destinado aos estudantes de Design do IADE – Universidade Europeia (instituição de referência no ensino de Design em Portugal), a proposta vencedora da estudante Maria Ghira promete animar os dias mais quentes. O design vintage, refrescante, audaz, sensual, ousado, divertido e fresco reflecte o Verão Lancers.

A Edição Especial 2018 do LANCERS apresenta uma figura icónica na garrafa, concedendo à marca um toque de ousadia. Esta nova imagem será divulgada em Portugal e em diversos países, como Espanha, Luxemburgo, Dinamarca, Brasil e México.

Os preços de referência do Lancers Branco e Rosé Edição Especial 2018 é de 3,49€.


PERIQUITA COM NOVA IMAGEM

Periquita, a marca de vinhos mais antiga de Portugal, lançada em 1850, acaba de chegar ao mercado com a imagem renovada. Com este rebranding, o produtor José Maria da Fonseca pretende reforçar a Portugalidade deste icónico vinho que está presente em mais de 70 países há 168 anos.

António Maria Soares Franco, Administrador e Vice-presidente da José Maria da Fonseca, é a sétima geração da família a gerir a centenária empresa vitivinícola sediada em Vila Nogueira de Azeitão. Para o administrador ‘nesta gestão entre a história e a inovação é sempre muito delicada. São 168 anos ininterruptos a produzir Periquita, 70 mercados e mais de 4 milhões de garrafas produzidas anualmente pelo que, alterar a imagem de uma marca icónica e bem implementada no mercado, é sempre uma ousadia. No entanto acreditamos que é no equilíbrio entre a história, as raízes e o carácter original da marca e a insatisfação constante que vamos não só manter o legado que nos foi deixado, como vamos deixá-lo ainda melhor para as futuras gerações. A história do Periquita é essa também, a sua constante reinterpretação, mantendo o carácter original do vinho, mas procurando inovar na imagem, e por isso está cá há tantos anos.’

Nesta renovação de imagem da gama Periquita  – Periquita Tinto, o Periquita Reserva, o Periquita Branco  e o Periquita Rosé – existem várias novidades nos elementos visuais presentes no rótulo: a marca “umbrella” José Maria da Fonseca surge reforçada, como símbolo de mérito e qualidade; a assinatura do enólogo Domingos Soares Franco no rótulo concede ao Periquita mais legitimidade e relevância; os acabamentos reforçados no rótulo enobrecem a marca e a recuperação do brasão da Ordem da Torre e Espada (distinção atribuída pelo rei D. Pedro V a José Maria da Fonseca em 1856 pelo Valor, Lealdade e Mérito no âmbito da indústria portuguesa) no rótulo é um regresso às origens da marca.

Os preços recomendados para os Periquita Tinto 2016, Periquita Branco 2017 e Periquita Rosé 2017: 4,49€; para o Periquita Reserva Tinto 2016: 8,99€.

Vejam o vídeo que se segue. São poucos segundos e o filme é muito giro.


Adega Coop. da Vidigueira homenageia Vasco da Gama com o vinho tinto 1498

É uma série absolutamente limitada a 1498 garrafas o deste vinho tinto que a Adega Cooperativa da Vidigueira, Cuba e Alvito (ACVCA) lançou no início deste mês de Junho para homenagear Vasco da Gama e a data da sua chegada à Índia, na primeira viagem que o navegador fez para estabelecer a rota marítima entre a Europa e o Oriente.

A festa de lançamento teve lugar no Convento das Relíquias, edifício inserido no perímetro da Quinta do Carmo em Vidigueira, em cuja igreja o célebre navegador esteve sepultado.

Este vinho tinto que a ACVCA decidiu produzir, teve um longo período de amadurecimento e gestação desde a ideia inicial, que começou já há uns anos1498nobackground. Será o topo de gama de todos os vinhos da Adega, terá (como referimos) uma edição limitada e será vendido dentro de uma mini arca de madeira de nogueira polida. Cada conjunto custará 90 euros.

«Quisemos fazer uma embalagem especial, para um vinho deveras especial, que conquistará uma franja de amantes de um produto único e inimitável. Será de facto um vinho para verdadeiros apreciadores também eles pessoas muito especiais», diz com indisfarçável orgulho, José Miguel d’Almeida, o presidente da Adega Cooperativa de Vidigueira, Cuba e Alvito.

“Fazer este vinho foi uma aventura inebriante», confessou o engº Luís Morgado Leão, o enólogo responsável.

A adega abre a possibilidade de coleccionadores ou simples interessados poderem desde já fazer a reserva de certas garrafas numeradas, ficando assim com a possibilidade de escolher certos números, que signifiquem datas, referências ou momentos especiais para si, ou até ofertas para algum familiar ou pessoas dos seus contactos.

Os interessados deverão formalizar os pedidos através do email info@adegavidigueira.pt , fornecendo também a indicação do nome que deverá ser gravado no certificado de posse que acompanhará cada garrafa.

Vasco da Gama, que é o patrono da ACVCA, recebeu como presente o título de Conde de Vidigueira por parte do rei D. Manuel I, após ter chegado a Calecute na Índia em 21 de Maio de 1498. Falecido em Cochim, a 24 de dezembro de 1524, seria sepultado a seu pedido no Convento das Relíquias em Vidigueira em 1539.

Sobre a Adega Cooperativa de Vidigueira Cuba e Alvito

A Adega Cooperativa de Vidigueira, Cuba e Alvito foi fundada em 1960 e iniciou a sua atividade em 1963, mas a sua cronologia vai muito para além dos seus 58 anos de existência.

As suas raízes entrelaçam-se com a história da própria vila, e com Vasco da Gama – o Conde de Vidigueira, a quem D. Jaime, Duque de Bragança cedeu a vila em 1519. Assim surgiram as primeiras ligações da Vidigueira com a família dos Gama.

Quase 60 anos depois de ser fundada, a Adega pretende cumprir a promessa de descoberta e afirmação da região da Vidigueira tão vincada pela cultura do vinho, numa viagem que aproxima a Adega e a sua vila a Vasco da Gama e a conquistas de outros tempos.

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Os 28 ouro e prata da primeira edição do Brut Experience 2018

Os resultados do Brut Experience 2018, o primeiro Concurso Internacional de Espumantes, que decorreu no passado dia 30 de Maio, foram anunciados hoje no Lisbon Marriott Hotel, em Lisboa, no decorrer do evento com o mesmo nome, que reuniu mais de duas dezenas de produtores de espumantes portugueses e internacionais e uma mostra de iguarias, companhias perfeitas para esta bebida, como ostras, patés e chocolates.

De entre os 96 espumantes Brutos e Brutos Naturais presentes a concurso, o júri, constituído por jornalistas, bloggers, enólogos, escanções e comerciantes de vinhos portugueses e de outros países europeus, selecionou 28 vencedores, galardoados com Medalhas de Ouro e Prata, nas categorias Jovem, Reserva, Super Reserva e Grande Reserva. “Este ano não foram atribuídas medalhas de Prestígio, alcançáveis para espumantes com 95 pontos ou mais, em 100 na competição, apesar de algumas marcas terem andado no limiar deste patamar”, destacaram os organizadores, José Miguel Dentinho (jornalista e experimentado provador de vinhos) e Luís Gradíssimo (empreendor, formador e fundador da marca Enóphilo).

No concurso Brut Experience 2018, onde são apenas atribuídas medalhas a 30% dos vinhos em competição, estiveram presentes espumantes oriundos das regiões portuguesas dos Vinhos Verdes, Douro, Távora-Varosa, Dão, Bairrada, Tejo, Lisboa, Península de Setúbal, Alentejo e Madeira, França e Alemanha. Entre as distinções Ouro, o destaque vai para a Bairrada, que conquistou sete Medalhas com os espumantes: Kompassus Blanc des Noirs Bruto Super Reserva 2014 (Kompassus Vinhos); Luiz Costa branco Bruto Super Reserva 2015 (Caves São João); Regateiro branco Bruto Super Reserva (Lusovini); Hibernus Premier branco Bruto 2016 (Maria do Rosário Reis Tiago Carvalheira); Marquês de Marialva branco Extra Bruto Cuvée Grande Reserva (Adega de Cantanhede); Joaquim Arnaud branco Bruto Super Reserva 2014 (Joaquim Arnaud); e Aplauso branco Bruto Reserva (Lusovini). A região dos Vinhos Verdes recebeu três distinções Ouro – Dom Ferro branco Bruto Super Reserva 2007 (Quinta do Ferro), Muralhas de Monção branco Bruto Reserva (Adega Cooperativa e Regional de Monção) e Quinta da Calçada Colheita Imperial branco Bruto Reserva (Agrimota), o mesmo tendo acontecido com a região de Lisboa, onde se destacaram os espumantes Quinta do Rol rosé Bruto Grande Reserva (Quinta do Rol), Quinta da Romeira branco Bruto Reserva e Quinta da Romeira branco Brut Nature Reserva (WineVentures).

Organizado pela Enóphilo, marca com histórico na organização de eventos vínicos de nicho (como o Enóphilo Wine Fest, em Lisboa, Porto e Coimbra), Brut Experience é uma experiência feita de vários momentos, um conceito que integra um evento de espumantes com um concurso internacional de espumantes. Segundo a organização, “o Brut Experience pretende distinguir e dar a conhecer, aos consumidores, os melhores espumantes nacionais e internacionais, estimular a produção de espumantes de qualidade e contribuir para a expansão da cultura do espumante”, acrescentando que o regresso para 2019 está “garantido!”.

PAINEL DE JURADOS BRUT EXPERIENCE 2018

Agostinho Peixoto; Antonina Barbosa; Arlindo Santos; António Mendes Nunes; Bruno Antunes; Fernando Melo; Gabriela Marques; Helena Pereira-Muele; Janna Rijpma-Meppelink; João Barbosa; José Carvalheira; José Domingues; José Manuel Moroso; José Silva; Manuel Moreira; Marco Moreira da Silva; Nuno Martins Silva; Salvador Manjón; Sérgio Antunes; Vasco Penha Garcia e Valéria Zeferino.


Jantar solidário das mulheres do vinho para ajudar crianças: participe!

Recebi da Minha camarada jornalista de vinhos Maria João de Almeida, a seguinte mensagem que publico na íntegra: Escrevo-vos hoje em nome das United Wine Women (UWW), um grupo de 23 mulheres que reúne algumas das melhores enólogas e produtoras nacionais , e que se juntou para promover e ajudar causas sociais (ver apresentação em anexo). Neste caso estamos a ajudar o Refúgio Aboim Ascensão, em Faro, uma instituição que abriga crianças com os mais diversos problemas, entre os quais maus tratos, abandonos, entre outras tristes situações…

Para ajudar estas crianças, as UWW organizaram um jantar cocktail dinatoire solidário em parceria com o Altis Grand Hotel, em Lisboa, que se realizará no dia 19 de Junho, a partir das 19h30, no Garden Roof Bar, do Altis Grand Hotel, na Rua Castilho, nº11.

O jantar será harmonizado pelos vinhos oferecidos pelo grupo de enólogas e produtoras, do qual fazem parte Ana Rola (Quinta de Remostias); Antonina Barbosa (João Portugal Ramos); Catarina Penelas (Quinta do Vallado); Catarina Vieira (Herdade do Rocim); Cátia Barbeta (Quinta do Crasto); Donzília Copeto (João Portugal Ramos); Filipa Pizarro (Duplo PR Serviços de Enologia); Francisca Vanzeller  e Joana Pinhão (Quinta Vale D. Maria); Ivone Ribeiro (Proprietária Garrafeira Garage Wines); Joana Silva Lopes (Quinta do Casal Branco); Lígia Santos (Caminhos Cruzados); Mafalda Vasques (Herdade dos Grous); Maria Serpa Pimentel (Quinta da Pacheca); Martta Simões (Quinta da Alorna); Patrícia Peixoto (Casa Santa Vitória); Rita Marques (Conceito Vinhos); Rita Soares (Herdade da Malhadinha); Sandra Alves (Herdade do Esporão); Sandra Tavares (Wine & Soul); Sofia Prazeres (Quinta de São José); Susana Esteban (Susana Esteban).

Metade do valor do jantar (que custa 40€) reverterá a favor do Refúgio Aboim Ascensão. Inscreva-se já através do e-mail unitedwinewomen@malhadinhanova.pt  / ou pelo telefone 289 510 460